Exposição “Povoado, Vila, Cidade” começa nesta terça no Museu

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A história de Campos será retratada no Museu Histórico de Campos, a partir desta terça-feira (24). A exposição temporária “Povoado, Vila e Cidade”  conta  os 178 anos da elevação da vila de São Salvador à categoria de cidade de Campos dos Goytacazes. Serão expostos livros de atas da Câmara Municipal, de 1835; imagens da Vila de São Salvador e fotos da cidade de Campos ampliada, entre outras. A exposição ficará exposta até o início do mês de maio, de terça a sexta, de 10h às 17h e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. O Museu é administrado pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.
 Exposição “Povoado, Vila, Cidade”
Segundo a diretora do Museu Histórico, Graziela Escorcard, a exposição tem o objetivo de desmistificar a importância do “28 de março”, data comemorada pelos campistas como aniversário da cidade. “Desmistificar esta data não quer dizer renegar nosso patriotismo, ao contrário, é a forma mais educativa de esclarecer aos campistas como se deu os 360 anos de fundação do município de Campos dos Goytacazes. Além de mostrar a evolução urbana pela qual a região passou”, explica.
Nesta terça-feira (24), às 18h, tem a mesa redonda “As notas sobre a Fundação do Município de Campos”. Os historiadores Carlos Freitas, Rafaela Machado e Larissa Manhães falarão sobre a criação do município de Campos e suas histórias.
Prêmio Alberto Lamego – Na noite desta quarta-feira (26), a partir das 18h, serão homenageadas pessoas que tiveram notória contribuição para a sociedade campista, resgatando o prêmio, criado há cerca de 25 anos, em homenagem ao escritor campista  Alberto Lamego.
– Através de doações e empréstimos, estamos resgatando nossa história, mas muito deste acervo histórico foi se perdendo ao longo do tempo. Nós temos informações de peças importantes para o acervo de Campos que estão nas mãos de particulares ou em outros museus e estamos tentando localizá-las. Tivemos muitos avanços na área cultural e a restauração do Solar foi um deles”, relata a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro.