Em audiência, índios que invadiram museu recusam proposta da Funai

Fundação ofereceu quatro dias em albergue até uma solução definitiva.
Audiência de conciliação na Justiça Federal terminou em impasse às 18h.

Márcia Guajajara disse que hostel não tem espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)Márcia Guajajara disse que hostel da Glória não teria espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)

Os 21 índios que invadiram, no sábado (23), o atual Museu do Índio, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recusram, na tarde deste domingo (24) oferta feita pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de quatro dias de hospedagem em um albergue, na Glória, também na Zona Sul, enquanto não há uma solução definitiva para moradia deles. A proposta foi feita durante uma fracassada audiência de conciliação na sede da Justiça Federal do Rio, no Centro.

Convocada pelo juiz federal Wilson Witzel, a audiência de conciliação terminou em impasse por volta das 18h. Os 21 índios – 19 adultos e duas crianças – deixaram o prédio da Justiça Federal e disseram que ficariam hospedados em casas de amigos. O juiz havia informado anteriormente que o grupo poderia passar a noite no prédio da Justiça Federal, mas eles também não quiseram.

Esse grupo, encabeçado por índios Guajajaras, é o mesmo que tentou resistir à decisão da Justiça e permanecer no antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte, na sexta-feira (22). “O lugar [na Glória] que ofereceram é horrível, não tem nenhum espaço para as crianças”, criticou a índia Márcia Guajajara, ao deixar a sede da Justiça Federal, ao lado da filha.

Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)

O advogado André de Paula, que representa a parcela dos índios que não aceita a realocação dada pelo Governo, disse que o grupo deve se encontrar nesta segunda-feira (25) com a procuradora da República Marylucy Santiago, para tentar uma negociação com a Justiça a fim de retornar para o terreno que eles chamavam de Aldeia Maracanã.

Invasão do museu atual
Os indígenas foram levados como testemunhas, após terem sido retirados pacificamente do atual Museu do Índio por volta das 7h deste domingo.

A ocupação do museu se iniciou na tarde de sábado (24). Na madrugada de domingo a Polícia Militar isolou a Rua das Palmeiras e negociou a saída dos indígenas e dos manifestantes, num total de cerca de 60 pessoas.

O grupo foi levado para a audiência na tentativa de haver uma conciliação entre os indígenas que não aceitam os locais oferecidos pelo governo do estado depois da desocupação do antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, que terminou em confusão na sexta-feira (22).

‘Canteiro de obras’, diz juiz
Um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai) foi intimado a comparecer à audiência, que havia sido suspensa por volta de 12h. A sessão foi retomada por volta das 14h.

Como juiz comentou, prédio da Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)Como juiz notou, antigo prédio do Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)

Nesse intervalo, o juiz Wilson Witzel, acompanhado dos índios, foi visitar um prédio ao lado da antiga sede do Museu do Índio, no Maracanã, oferecido pelo governo como moradia. Após a visita, o juiz constatou que o antigo prédio do Laboratório Nacional de agricultura Agropecuária (Lanagro) não tem condições de abrigar os indígenas. Ele disse que o local “parecia mais um canteiro de obras”.

A Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos  Humanos informou que jamais ofereceu o antigo prédio do Lanagro como moradia para os índios. Segundo a secretaria, o governo do estado ofereceu três terrenos e parte do grupo, que ocupava o antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, escolheu o de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. No entanto, os indígenas dissidentes não aceitaram ir para o alojamento provisório nesse terreno, para onde parte do grupo foi na manhã deste domingo (24).

Fonte: http://glo.bo/10aUJUz

Farol de São Thomé: praia dos clamores

Praia com quase 30.000 habitantes. Há 50 km de Campos dos Goytacazes, por que ainda não se emancipou?

Agências bancárias não existem por aqui, hospital também não. Há sim, um heliporto da Petrobras que valoriza muito a segurança de quem lá trabalha, mas, acidentes acontecem.

O que fará a Petrobras se um acidente acontecer em pleno Heliporto São Thomé? Sairá uma ambulância a pular de quebra mola em quebra mola nos 50 km a fora até chegar a um hospital? Ou os acidentados terão o privilégio de chegar de helicóptero em Campos?

Farol de São Thomé, praia do petróleo, de pescadores e afins, praia de gente guerreira que para fazer um curso, tem que contar com a boa vontade de um ônibus que hora passa e horas não passa, enfrentar uma viagem de 50 km e assim chegar ao seu destino.

Farol de São Thomé que na luta de cada dia, não tem uma agencia bancária para guardar o suado dinheiro dos comerciantes que rezando, vão fazer seus depósitos à 50 km de casa pedindo para não serem assaltados.

Dias vão, dias vem e um cartório se você quiser também não tem. O que falta para o Farol? A emancipação talvez. Emancipação significa o ato de tornar livre ou independente. Emancipação é a luta das minorias pelos seus direitos de igualdade ou pelos seus direitos políticos enquanto cidadãos. Mas, Farol não tem nada, não seria essa a intenção? Como emancipar se somos tão dependentes de Campos? Eis o “X” da questão.

Turistas por aqui só há no verão. Aliás, que saudade do verão. Farol de São Thomé é outra praia no verão. Turistas e mais turistas aceleram a economia local. Lazer e diversão não faltam. Que bom que pelo menos temos o verão. Calçadão iluminado, lixeiras por toda a orla, esportes, shows, trios elétricos.

A criançada tem seu próprio espaço, emprego não falta e quem diria, até shopping na praia temos aqui. Gente bonita e animada, como é bom o verão. Por fim, chega o carnaval, não sei se fico triste ou feliz. Quarta-feira de cinzas cura a ressaca e faz “esquecer” o que passou. O carnaval acaba. Farol de São Thomé deixa as boas vindas de lado e se conforma com o que ficou. “Todos” foram embora é uma pena que acabou.

Sabia que há moradores na praia do Farol depois que passa o verão?

Vamos passear, afinal, nós moramos aqui. Cadê a iluminação? Ah! O verão acabou. Cadê as lixeiras? Foram levadas embora. O espaço das crianças para onde foi? Agora tem espaço de sobra, sobrou mais espaço na praia, bastante areia para as nossas crianças brincarem. A criança está doente, não é dia de pediatra no postinho de saúde, mas, se você quiser, a 50 km daqui tem. Será?

O mar, ah! O mar. Que delícia o mar. Os bodyboarders adoram, afinal, acabou o verão, porém, o mar, esse ninguém pode levar.

Agencias bancárias, agencia do correio, cartório, hospital, ônibus na hora certa, turismo o ano inteiro, o Farol de São Thomé pede, o Farol de São Thomé clama. O que seria de Campos dos Goytacazes sem o petróleo que o mar do Farol dá. Royalties é nosso por direito, mas, papai Campos é que tem que cuidar. Não nos dá a emancipação e como “menor” não adianta chorar.

Farol de São Thomé, em 29 de julho, 131 anos, terra do petróleo e do mar.

Para quem mora aqui paciência é uma virtude, esperar é uma opção e lutar é uma obrigação.

 

 

 

Por Fabiana Henriques

 

Claudia Leitte relembra início difícil na Bahia: ‘Ganhava R$ 150 por show’

Cantora sonhava com o dia que em que despontaria para o sucesso: ‘Cantava na janela esperando um empresário que me ouvisse’

Antes de alcançar o topo do sucesso e ser uma diva da música baiana, Claudia Leitte ralou muito e fez muitos shows para ganhar um trocado. “Meu começo foi em 2000. Eu estava saindo de uma banda chamada Nata do Povo. Depois conheci o pessoal do Babado Novo, mas não tinha esse nome. Nós tínhamos um empresário que acreditava na gente, tínhamos as músicas e a vontade de começar. Naquela época, qualquer dinheiro era um dinheirinho bom. Ganhava R$ 150,00 por show e isso era o suficiente para me deixar muito feliz. A música leva a gente para dimensões que a gente nunca pensou ir. As fantasias fazem parte disso”, contou ela no Encontro de hoje.

Muito antes de soltar a voz profissionalmente, a cantora costumava sonhar com o dia em que despontaria para o sucesso: “Eu cantava na copa da cozinha e na beira da janela a espera de um empresário que me ouvisse. Eu conhecia um empresário, o Batatinha, e ficava esperando ele às 18h, que era o horário em que ele passava. Cantava na janela, ele dizia que ia me levar à televisão, mas nunca levou”.

Fonte: http://glo.bo/1055VSH

UMA VIDA FAST-FOOD

Por Raquel da Silva Rodrigues e Luciano Mendes

 As ambiguidades das ações na sociedade moderna são inúmeras. O culto, quase que totêmico, do corpo perfeito, tem levado os indivíduos à busca de produtos que contribuam com o aumento da qualidade de vida e da saúde das pessoas. As ambiguidades surgem quando os programas televisivos reforçam esses preceitos de saúde e de corpo perfeito, mas no mercado de alimentos há a proliferação e disseminação das redes de varejo tipo “fast-food”. Essas redes tem tido aceitação, principalmente dos jovens e adolescentes, devido à diversos motivos como: rápido consumo; fácil manuseio e o sabor agradável.Fast-food-products

Os fast-foods têm se espalhado pelo mundo de forma avassaladora e contribuído diretamente para o aumento de peso das pessoas. O documentário “Super Size Me”, produzido, dirigido e protagonizado por Morgan Spurlock, cineastra americano, mostra que em 30 dias de consumo dos produtos de uma rede de fast food famosa nos EUA, elevou o peso dele em mais de 11 kg, além dos problemas de saúde adquiridos com a dieta. Um outro documentário, chamado “Muito além do peso”, que teve sua estréia no passado, coloca em evidência o efeito negativo do amplo consumo de refrigerantes e de alimentos do tipo “fast food” por crianças, o que tem impactado na obesidade infantil.

Além disso, uma matéria da revista Carta Capital (edição de 26/12/2012) que apresenta estudos onde afirma que os norte-americanos – consumidores assíduos a mais tempo dos fast-foods – já tem a maioria de sua população adulta acima do peso, aproximadamente dois terços. Essa matéria mostra ainda que no Reino Unido 25% do total das mulheres e 24% do total de homens estão obesos.

Uma estimativa apontada na matéria desta revista mostrava que em 2008 1,5 bilhões de adultos estariam acima do peso (praticamente um terço da população mundial). Em 2012, a partir dos dados da pesquisa, essa previsão já foi ultrapassada, pois quase a metade da população mundial encontra-se acima do peso.

Assim, fica evidente que comer o que se quer está cada vez mais acessível, pois os alimentos industrializados das redes de fast-foods podem ser encontrados com maior facilidade e por preços menores. Atualmente, diga-se de passagem, a facilidade é maior para encontrar alimentos poucos saudáveis do que alimentos saudáveis como: frutas, legumes e os alimentos integrais.

O fácil acesso aos fast-foods, mesmo com o aumento na prática de exercícios físicos, principalmente entre adultos em idade superior a 30 anos, na maioria dos casos faz com que as pessoas engordem. Esse aumento nas práticas de exercícios físicos, em grande parte, está associado a problemas de saúde.

Ainda, dado o paradoxo da nossa época, uma pesquisa desenvolvida na região de Rio Claro, São Paulo, e publicada no Jornal Cidade (edição de 21/05/2011), mostra que houve um aumento significativo no consumo de alimentos saudáveis nos últimos anos. Em cerca de 80% dos casos de aumento estão associados à recomendações médicas e ao combate da obesidade. O fato é que, como salientado na matéria do Jornal Cidade, os resultados positivos nas dietas à base de alimentos saudáveis e integrais são lentos, o que repercute no rápido abandono da dieta.

Como agravante de toda essa situação há mudanças significativas nas práticas lúdicas das crianças e dos jovens, que tem estimulado o uso do intelecto (jogos em redes de internet, vídeo games ou jogos de aprendizagem disponíveis em tablet’s e celulares), mas, pouco tem estimulado o uso do corpo e o gasto de energia através de atividades físicas. Essa situação sedentária tem sido uma das principais causas apontadas nesses documentários e reportagens para a existência da obesidade. Tanto que no topo do ranking de indicações médicas para o combate da obesidade estão a alimentação saudável e a atividade física. Dito isso, valeria a pena repensar os hábitos de vida e inserir um tempo para si mesmo na lista dos afazeres cotidiano, mesclando exercícios físicos com alimentação saudável. Só assim é possível a luta contra essa pandemia que é a obesidade.

 

Raquel da Silva Rodrigues: Acadêmica do Curso de Ciências Contábeis da UFMS – Campus de Três Lagoas.

 

Luciano Mendes: Administrador e Professor Doutor da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Crocodilo gigante de 4,5 metros de comprimento é capturado na Austrália

  Um crocodilo gigante, de 4,5 metros de comprimento, foi capturado e baleado pela polícia da pequena vila de Palumpa, na Austrália. Segundo moradores do local, o animal vivia à espreita na Reserva do Rio Daly há cerca de dois anos, ameaçando crianças que tentavam atravessar um ponte para ir à escola.

crocodilo-gigante
Crocodilo gigante de 4,5 metros capturado na Austrália mal cabia na caminhote Foto: Reprodução / ABC News

 

O guarda-florestal Tommy Nichols contou que a polícia armou uma armadilha e atirou no crocodilo gigante nos arredores do rio. O animal é o segundo exemplar com mais de quatro metros capturado em Palumpa em apenas uma semana.

– Nós tivemos um relato que havia um grande crocodilo ameaçando crianças – disse Nichols, confirmando as denúncias dos moradores da vila australiana.

O outro crocodilo foi capturado após relatos de que ele tinha atacado um cavalo.

As informações são do site ABC News.

Câmara de Campos terá sessão especial para portadores da síndrome de down

O vereador Gil Vianna , autor do requerimento,  teve uma filha que enfrentava o distúrbio

câmara-2013

 

 O Dia Internacional da Síndrome de Down terá espaço para debates e reflexões na Câmara Municipal de Campos, no próximo dia 21, com a realiação de uma sessão especial a partir de 10 horas. O vereador Gil Vianna (PR), autor do requerimento e que teve uma filha que enfrentava o distúrbio, disse que o evento servirá para que sejam superadas algumas barreiras como o preconceito e a exclusão. .

“A gente percebe que há um olhar diferente, preconceituoso, por parte das pessoas ao tratar as pessoas que tem a síndrome de Down. É importante promovermos esta sessão especial porque vai permitir maior visibilidade porque a gente mostra que são pessoas comuns, crianças que gostam de brincar como qualquer outra. E são seres humanos que precisam do nosso apoio e da ajuda de todos”, afirmou.

“A sociedade está vendo cada vez que não justifica esse tipo de preconceito contra essas pessoas com síndrome de Down que estão cada vez mais nas ruas, na escola, no trabalho. As pessoas começam a perceber que a inclusão é possível e depende de cada um de nós. Basta abrirmos nossos corações para essas pessoas”, acrescenta o vereador.

Gil Viana acredita que o trabalho para o avanço da inclusão na sociedade dos portadores da síndrome de donw tem avançado na medida em que agora existem pais como ele em Campos e o deputado federal Romário (PSB-RJ), que igualmente tem uma filha na mesma situação.

Já confirmaram presença à sessão representantes de entidades como a APAE, Apõe e Apap, bem como outros segmentos da sociedade civil organizada. O secretário de Governo da prefeitura de Campos, Suledil Bernardino, representará a prefeita Rosinha Garotinho. Haverá também depoimentos de mães e de um autista casado com uma portadora da síndrome.

A satisfação no trabalho e a Teoria de Flow

Odilon Medeiros*

 Vivemos pressionados e preocupados com o tempo, não é verdade? Correndo para que tenhamos tempo de fazer tudo o que ainda precisamos fazer. É uma agitação total.

Convido você para uma reflexão. Primeiro pense em alguma atividade que você gosta muito de fazer. Pensou? Em seguida, lembre a última vez que você esteve envolvida com ela. Se veja realizando essa tarefa. E agora me responda: como está o seu comportamento? Você está focando no tempo ou na realização da atividade? Você está agitado(a) ou tranquilo(a)? Possivelmente você estará desfrutando daquele momento e não estará estressado(a).

 

Essa situação pode estar ligada ao que o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, que é Ph. D. na Claremont Graduate University, na Califórnia, concebeu e chamou de teoria do Flow (fluxo, em inglês), que nada mais é do que um estado mental atingido quando se está absolutamente envolvido em alguma atividade de alguma forma prazerosa.

 

Segundo o pesquisador, o Flow é uma experiência subjetiva específica onde as pessoas são colocadas quando estão completamente engajadas naquilo em que têm interesse e envolvimento. É uma experiência oriunda de um estado de concentração e foco, que torna a realização de qualquer atividade mais espontânea, mais natural.

 

Entretanto, para que isso aconteça, é preciso que haja um equilíbrio entre as habilidades da pessoa e o nível do desafio que esteja prestes a encarar. Imagine que eu estou chamando você para que realize um certo trabalho. Nele você terá a oportunidade de realizar aquela tarefa que citou no segundo parágrafo. Como você vai reagir? Acredito que, com tranquilidade, pois terá habilidade e saberá como vencer o desafio ou, no mínimo, saber as alternativas ou outros caminhos que possui para vencê-lo.

 

Se você entender que o desafio desse trabalho é inferior às suas habilidades, poderá se sentir desmotivado(a), se sentir em estado de tédio, de relaxamento excessivo, de apatia, etc. E o que aconteceria se fosse ao contrário? Se os desafios forem muito maiores do que as competências? Possivelmente geraria ansiedade, preocupação, agitação, etc.

 

Os estudos de Mihaly comprovam que o Flow busca atingir o equilíbrio entre essas duas esferas: habilidades e desafios.

 

E a pergunta que surge, quase que imediatamente é: quais os resultados que o Flow pode trazer para mim? Segundo o pesquisador, qualquer que seja a sua atividade, se você estiver engajado, produzirá um estado fenomenologicamente similar à experiência na qual várias pessoas consideradas de sucesso vivenciaram: elas se descreveram como muito focadas, não se distraiam, ficavam absorvidas naquilo que estavam fazendo, não se “torturavam” para fazer o que tinham que fazer. E como resultado, produziam mais e com melhor qualidade, apresentavam melhoria na qualidade de vida, nos relacionamentos interpessoais, redução do absenteísmo, aumento da motivação, etc.

 

Vamos refletir agora sobre os dois lados da mesma moeda: a visão do gestor e a visão do liderado sobre o tema.

 

Enquanto gestor, o profissional deve ficar atento à dinâmica do grupo. Até mesmo porque essa é uma habilidade que deve estar presente na rotina de qualquer líder e não é aceito a desculpa que não tem oportunidade para isso. Então, comece a visualizar a sua equipe e, mesmo que mentalmente, faça observações sobre a atuação de cada um dos integrantes. Lembre-se que, nada está tão bom que não possa ser melhorado. Assim, observe o desempenho do seu pessoal e responda: existe algum obstáculo que esteja atrapalhando o estabelecimento pessoal do Flow?

 

Mihaly afirma que “Os tipos de atenção para associar o colaborador com o trabalho são uma habilidade que o gestor deveria desenvolver, se quiser que os funcionários deem o melhor de si, que percebam que o seu trabalho tenha sentido, que valha a pena”.

 

No papel de liderado, é fundamental que haja algum processo de autoconhecimento, que atualmente existem em grande quantidade no mercado. Procure descobrir em você o que pode estabelecer o Flow. E comece a demonstrar isso. Se o seu líder não perceber, chegue mais próximo dele, converse. Mas evite exigir mudanças imediatas dele. Dê um tempo para que ele possa se familiarizar com a ideia.

 

Como pode ser visto, essa é mais uma estratégia para, ao mesmo tempo, aumentar a satisfação e a produtividade. Sua e da equipe. Portanto, desfrute dela e seja feliz.

 

Que assim seja!

 

(*) Odilon Medeiros – Consultor em gestão de pessoas, palestrante, professor universitário, mestre em Administração, especialista em Psicologia Organizacional, pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em vendas Contato: om@odilonmedeiros.com.br / www.odilonmedeiros.com.br

Valda Silva

Fotos da modelo  Valda Silva

Data e local de nascimento: 27/11/1983, em Florianópolis.
Cidade onde mora: São José.

Signo: Sagitário.
Medidas:
Altura : 1,73 m.
Quadril : 90 cm.
Cintura : 60 cm.
Busto : 90 cm.
Pés : 35

Um traço marcante:

O olhar…
Comunicativa ou tímida?

Comunicativa.

Sonho de criança:

Atuar.
Sonho de consumo:

Não tenho nenhum sonho de consumo… Tenho tudo que quero e que preciso.
Estilo:

sexy, diva ou cool? Não tenho um estilo propriamente dito, depende da ocasião, do momento e até de como eu esteja me sentindo.
Musa inspiradora :

Julia Roberts.
Uma cidade:

A minha… Florianópolis.
Uma tecnologia:

celular…durmo com o meu do lado!
TV x Cinema:

Cinema.
Gosta de colecionar? O que?
Hoje não coleciono nada,mas quando era criança colecionei mini cards do Garfield, guardo até hoje, tenho mais de 300 cards.

Mania:

De balançar a perna quando estou nervosa.
Fé:

O que nos move pra frente, nos ampara nas horas difíceis, e nos estimula a continuar… Porque com fé em Deus você pode fazer tudo.
Hobby: Dançar.

O perfume do sucesso:

A humildade.
Beleza, qual o segredo?

A simplicidade e a inteligência… Se você não consegue chegar perto porque essa pessoa se faz inacessível, falta simplicidade; se você não consegue conversar dois minutos porque não há conteúdo nenhum, falta inteligência.Com certeza por mais bela que seja essa pessoa aos seus olhos vai parecer a mais horrível.
O que não falta na sua bolsa?

Maquiagem.

Um homem é sexy quando veste…

O que lhe cai bem.
Dentro do perfil homem ideal, o que não pode faltar?

Humildade. Detesto homem orgulhoso.
Dominada ou dominadora?

Dominadora.
Já leu o Kama Sutra? O que achou?

Não, nunca li.

Uma dica de lugar, coisa ou programa:

Gramado. Lugar lindo, cidade hospitaleira, boa pra descansar.
Como vê a idéia de se tornar uma musa após fotografar para o Bella?

Só espero que as pessoas gostem.
Você por você mesma:

Eu sou uma pessoa muito simples, de bem com a vida e amo tudo que Deus me dá… Principalmente minha família, a base de tudo.

Fonte: http://www.belladasemana.com.br/modelos/valda-silva

FEIRA DO CONHECIMENTO TÉCNICO QUALIFICA PROFISSIONAIS DO SETOR AUTOMOTIVO EM CAMPO DOS GOYTACAZES

Evento será realizado no Sest/Senat, nos dias 19, 20 e 21 de março pelo Grupo DPaschoal

 dpaschoal

O Maxxi Training, Distribuidor de Conhecimento, uma divisão do Grupo DPaschoal, realiza nos dias 19, 20 e 21 de março, em Campo dos Goytacazes, a 1ª Feira do Conhecimento Técnico na cidade. A expectativa é fornecer 450 capacitações, através de cursos técnicos, aos profissionais do setor automotivo, que estarão distribuídos em seis salas, em contato direto com os fabricantes, recebendo treinamento.

 

“Iniciamos este projeto, com as “Feiras do Conhecimento” em agosto de 2011. Até o momento, já realizamos 26 feiras, em várias capitais do Brasil, além de Campinas, Ribeirão Preto e Presidente Prudente. O sucesso foi muito grande, atingindo mais de dez mil capacitações. Nossa expectativa para a feira de Campo Grande é a maior possível e é muito importante a participação de todos”, enfatiza Tânia Rios, supervisora do Maxxi Training.

 

O Maxxi Training surgiu a partir da necessidade do contato direto entre fabricante e profissionais do setor. “A nossa proposta é uma resposta à complexidade técnica da indústria automotiva, que aumenta diariamente face às novas tecnologias e às exigências do mercado consumidor. Com o Maxxi Training, o setor terá acesso a estas informações”, afirma Luís Norberto Pascoal, presidente do Grupo DPaschoal.

 

A expectativa da companhia é capacitar em 2013, 25 mil profissionais. Até hoje, não existem registros no mercado automotivo que comprove tamanha movimentação em prol da capacitação de profissionais. “O mecânico devidamente capacitado fará uma instalação mais eficiente, aconselhará adequadamente o cliente e terá mais atenção às questões de responsabilidade ambiental, como o descarte correto de peças inservíveis e a troca de componentes apenas quando de fato houver necessidade”, completa Armando Diniz, Diretor do Maxxi Training e também responsável pelo braço de negócios da DPK.

 

Cursos técnicos

 

 O Maxxi Training reúne um grande número de fabricantes e seis estarão na cidade. Dentro eles a LUK, que estará à frente da aula de “Embreagens”, a SABO, que ministrará o curso de “Tecnologia e soluções em vedação e condução” e a COBREQ, que falará sobre “Freios Automotivos”. A COFAP- MAGNETI MARELLI será responsável pelo curso de “Suspensão”.

 

Na linha de acessórios, a Pósitron explicará sobre “Noções de Alarmes e Sistema de Acionamento de Vidros Elétricos”. Por fim, a SKF estará a frente do curso de “Rolamentos”.

 

A 27ª FEIRA terá como expositores, a Workmotor, empresa de software para sistemas automotivos e a ANRAP, Associação Nacional de Remanufaturado.

 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.feiramt.com.br.

 

Para ter mais informações das outras edições é só acessar o link www.facebook.com/FeirasDoConhecimento ou para ver os vídeos www.vimeo.com/maxxitraining.

 

 SERVIÇO

 

Evento: 27ª Feira do Conhecimento Técnico

 

Local: SEST SENAT – Avenida Nilo Peçanha, 614 – Campo dos Goytacazes/RJ

 

Data e Horário: 19, 20 e 21 de março – 18h00 às 22h00

 

Telefone: (19) 3728-8128

 

SOBRE A DPASCHOAL

 

A DPaschoal é uma empresa brasileira que atua desde 1949 na prestação de serviços automotivos especializados, contando com 3.800 funcionários, em mais de 500 lojas distribuídas pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás. Para o segmento de linha pesada, a DPaschoal conta com 11 unidades de recapagem e 17 Truck Centers. A empresa fornece pneus, serviços e acessórios para veículos de passeio, caminhões, ônibus, tratores, máquinas agrícolas e industriais. O Grupo DPaschoal compreende também a Fundação Educar e as empresas Daterra, DPK e portal AutoZ. Saiba mais em www.dpaschoal.com.br.

 

SOBRE A DPK

 

A DPK é especializada na distribuição de autopeças para todo o território nacional, no mercado desde 1987, conta com o mais avançado sistema de distribuição com dezoito depósitos espalhados pelo País, nas cidades de Campinas, matriz da empresa, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Presidente Prudente, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. O Grupo DPaschoal compreende também a Fundação Educar e as empresas Daterra,  Maxxi Training e portal AutoZ. Saiba mais em www.dpaschoal.com.br ou www.dpk.com.br.

 

 

 

PM apreende cocaína em matagal no Novo Jóquei

Ação na manhã desta sexta-feira teve como saldo a apreensão de 74 sacolés da droga

Policia em Ação

A Polícia Militar apreendeu drogas na manhã desta sexta-feira (08/03), em um matagal localizado na Rua 3, próximo as casas do Conjunto Habitacional Morar Feliz, no bairro Novo Jockey, em Campos

Ao todo, foram apreendidos 74 sacolés de cocaína. Ninguém foi preso no local. A droga foi encaminhada para a 134ª Delegacia Legal do Centro.