Hipocrisia

Cidade que tanto amo que não dá valor ao trabalho dos outros, cidade de meros empresários sem visão, difícil mostrar seu valor onde não tem perspectivas.
Comercio só se fortalece pela falta de opção de trabalhadores insatisfeitos e sem vontade de crescer hj uma domestica ganha mais que o salário Comercio as empresas fugiram de Campos pela falta de incentivo.
porque os comerciantes mandam em Campos empresas de fora tem dificuldades em se manter em campos porque os comerciantes locais se acham o dono da cidade de um lado e do outro a Prefeitura quando vai mudar.
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G. Carvalho
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MELHORES DO ANO – Categoria – “COMUNICAÇÃO / JORNAL NOTICIAS ”

SR. Guilherme Areas Carvalho

Vossa EMPRESA JORNAL O CAMPISTA
braslider premiação
MELHORES DO ANO – Categoria – “COMUNICAÇÃO / JORNAL NOTICIAS ”

COMUNICADO OFICIAL:

A Braslider por meio de seu Presidente Sr. Moises Hartmann Almeida, vem informar que a Solenidade de entrega do Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2013 será realizada no Círculo Militar do Estado de São Paulo ao lado da Assembleia Legislativa de São Paulo em virtude de sua amplitude de honrarias que serão entregues e que o espaço comportará, mais confortavelmente os homenageados por tratar-se do maior Evento previsto este ano.

Vossa SENHORIA JORNAL O CAMPISTA

Foi indicado a receber a Comenda :

– PRÊMIO EXCELÊNCIA E QUALIDADE BRASIL 2013 Troféu Design exclusivo e Personalizado;

Polícia do RS fecha laboratório que fabricava nova droga para raves

Produto ilegal, chamado de ‘Sucesso’, é distribuído em festas rave.
Segundo a polícia, ela é considerada um subproduto do lança-perfume.

Botijões de gás e frascos da droga foram apreendidos no laboratório (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Botijões de gás e frascos da droga foram apreendidos no laboratório (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Agentes do Departamento Estadual do Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil, fecharam um laboratório de drogas sintéticas neste domingo (24) em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. No local, os policiais descobriram a produção de uma nova droga, chamada de “Sucesso” e considerada um subproduto do lança-perfume. De acordo com a polícia, a droga causa dependência química, danos cerebrais e pulmonares.

Segundo o delegado Rodrigo Zucco, que coordenou a operação, a mercadoria seria vendida em uma festa rave marcada para o dia 30 de março. Um suspeito de 28 anos foi preso com cerca de R$ 2,5 mil em dinheiro. Ele foi encaminhado ao Presídio Central.

No laboratório, a polícia apreendeu quatro botijões de gás e mais de 100 frascos que armazenavam o produto. Para produzir o “Sucesso”, traficantes utilizavam essências de hortelã, maracujá, morango e baunilha. A substância ainda não consta como droga na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a inclusão já foi solicitada pela Polícia Civil gaúcha.

Fonte: http://glo.bo/ZlOXR6

Congresso recorre da decisão de ministra do STF sobre royalties

Parlamentares derrubaram vetos presidenciais, e lei foi promulgada.
Mesa é contra medida de Carmen Lúcia que suspende nova legislação.

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A presidência do Senado informou nesta segunda (25), por meio de nota, que a Mesa do Congresso Nacional impetrou recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a decisão da ministra Carmen Lúcia, que suspendeu provisoriamente a nova redistribuição dos royalties do petróleo. O recurso do Congresso ainda terá de ser julgado pelo plenário do Supremo.

A  Lei dos Royalties foi promulgada pela presidente Dilma Rousseff depois que o Congresso derrubou 142 vetos presidenciais à legislação e decidiu por uma distribuição mais igualitária entre estados produtores e não produtores dos tributos arrecadados com a atividade de exploração de petróleo.

A decisão provisória da ministra Carmen Lúcia foi tomada depois que ela analisou ação direta de inconstitucionalidade (ADI) protocolada pelo estado do Rio de Janeiro, um dos estados que se declaram prejudicados com a nova distribuição.

O recurso do Congresso pede a cassação da medida pelo plenário da Corte, questionando o fato de a decisão da ministra ter sido monocrática (individual).

Em documento de 57 páginas, a Mesa do Congresso afirma que a ministra não poderia ter decidido sozinha.

A lei que rege as ADIs estabelece que as partes sejam consultadas e que decisões provisórias suspendendo leis sejam sempre analisadas pelo plenário. No entanto, o regimento do Supremo autoriza que, em casos de urgência, a decisão seja monocrática, sendo que o ministro deverá levar o assunto ao plenário o quanto antes possível.

“No presente caso, a decisão viola texto expresso de lei e está calcada em fundamentos de ordem financeira, os quais se demonstrarão equivocados, e vai contra decisão proferida por órgão colegiado de outro poder, muito mais representativo dos anseios sociais e que se encontra em pleno exercício de suas competências constitucionais”, diz o recurso.

A Mesa do Congresso afirma ainda que não haveria urgência na decisão porque os próximos royalties a serem pagos com base nas novas regras seriam liberados para estados e municípios somente em junho, uma vez que há dois meses de defasagem.

Além disso, o Congresso afirma que a decisão sobre a divisão dos royalties é do poder Legislativo. “A atividade legiferante é propriamente constitutiva da definição dos critérios de distribuição dos royalties do petróleo e do gás natural.”

Segundo o recurso, os estados produtores se utilizaram das ações protocoladas para tratar o STF como “instancia revisora do político”. “Os royalties e a participação especial deveriam ser um instrumento de distribuição dos lucros e de compensação proporcionalmente afetados aos entes da federação e não uma fonte de enriquecimento desproporcional.”

A decisão da ministra
A decisão da ministra Carmen Lúcia fez voltar a valer a antiga divisão dos royalties, com maior benefício aos estados produtores, até que o plenário do Supremo decida sobre o tema, o que só deve ocorrer a partir de abril.

Na liminar, a ministra argumenta, em 35 páginas, que a Constituição garante os royalties como compensação ao produtor e diz que uma nova lei não pode ferir o direito adquirido dos produtores. Ela afirma ainda que não se pode beneficiar um estado prejudicando outro.

“O enfraquecimento dos direitos de algumas entidades federadas não fortalece a federação; compromete-a em seu todo. E se uma vez se desobedece a Constituição em nome de uma necessidade, outra poderá ser a inobservância em nome de outra. Até o dia em que não haverá mais Constituição”, afirmou.

Além da ADI protocolada pelo governador  do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foram protocoladas ainda ações do Espírito Santo, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e de São Paulo.

Cármen Lúcia afirma, em sua decisão, que a nova lei causa “riscos”. “Pelo exposto, na esteira dos precedentes, em face da urgência qualificada comprovada no caso, dos riscos objetivamente demonstrados da eficácia dos dispositivos e dos seus efeitos, de difícil desfazimento, defiro a medida cautelar”, afirmou Cármen Lúcia na decisão.

Redistribuição
A nova proposta de redistribuição dos tributos do petróleo – royalties e participação especial – entre União, estados e municípios, aumentaria repasse de dinheiro para estados e municípios não produtores e diminuiria a parcela destinada aos estados e municípios onde há extração.

Atualmente, a parte dos royalties destinada a estados e municípios sem extração é de 7% e 1,75%, respectivamente. Agora, segundo a nova lei, tanto estados como municípios passariam a receber 21%. Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União.
Estados produtores de petróleo, que hoje recebem 26% do dinheiro, teriam a fatia reduzida para 20% em 2013. Os municípios com extração passarão dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020.

A participação especial, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração. Neste ano, tanto estados como municípios receberiam 10%. Em 2020, 15%. A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020.

Fonte: http://glo.bo/ZmVj2u

Dilma chega a Petrópolis para missa em memória das vítimas da chuva

Temporal nos dias 17 e 18 de março deixou 33 mortos na Região Serrana.
Mau tempo atrasou chegada da presidente à cidade.

A presidente Dilma Rousseff e o governador do Rio, Sérgio Cabral, chegaram em  Petrópolis, na Região Serrana, às 18h desta segunda-feira (25), para a missa de sétimo dia das 33 vítimas da tragédia após as chuvas dos dias 17 e 18.

A cerimônia, que estava marcada para as 17h, teve que ser atrasada para que a visibilidade na cidade melhorasse, já que a presidente viajou de helicóptero. O aeronave pousou em Xerém, na Baixada Fluminense. De lá, a comitiva seguiu de carro.

Protesto
Um grupo protestava, por volta das 17h, com cartazes na porta da Catedral Metropolitana, no Centro da cidade, pedindo soluções para que tragédias provocadas pela chuva não voltem a acontecer na cidade. Dilma deve ser reunir com autoridades para definir quais medidas serão tomadas. Na semana passada, de Roma, onde se encontrou com o Papa Francisco, ela cobrou medidas mais drásticas.

“Eu perdi um amigo na chuva, o Fernando, que trabalhava na Defesa Civil. Quando chove todo mundo entra em pânico”, falou Tânia Cox, uma das manifestantes.

Manifestantes cobram soluções para evitar mais mortes (Foto: Tássia Thum/G1)Manifestantes cobram soluções para evitar mais mortes (Foto: Tássia Thum/G1)
Manifestantes cobraram soluções na porta da Catedral de Petrópolis (Foto: Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo)Manifestantes cobraram soluções (Foto: Tasso
Marcelo/Estadão Conteúdo)

 

Ainda nesta segunda, às 23h, do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio, Dilma embarca para a África, onde participará da 5ª Cúpula do Brics, grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Estado de emergência
O Secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, publicou no Diário Oficial a Portaria de nº 40, decretando o estado de emergência em Petrópolis, Região Serrana, após a chuva de domingo (17) e madrugada de segunda-feira (18), que deixou 33 mortos.

Com a melhora no tempo, técnicos da Defesa Civil puderam sobrevoar áreas atingidas pela tempestade e ter um panorama geral dos estragos. Segundo um levantamento feito pela prefeitura do município, mais de mil pessoas permanecem desalojadas, e pelos menos 15 mil famílias ainda se encontram em áreas consideradas de risco.
fonte: http://glo.bo/11EoDpk

Em audiência, índios que invadiram museu recusam proposta da Funai

Fundação ofereceu quatro dias em albergue até uma solução definitiva.
Audiência de conciliação na Justiça Federal terminou em impasse às 18h.

Márcia Guajajara disse que hostel não tem espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)Márcia Guajajara disse que hostel da Glória não teria espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)

Os 21 índios que invadiram, no sábado (23), o atual Museu do Índio, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recusram, na tarde deste domingo (24) oferta feita pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de quatro dias de hospedagem em um albergue, na Glória, também na Zona Sul, enquanto não há uma solução definitiva para moradia deles. A proposta foi feita durante uma fracassada audiência de conciliação na sede da Justiça Federal do Rio, no Centro.

Convocada pelo juiz federal Wilson Witzel, a audiência de conciliação terminou em impasse por volta das 18h. Os 21 índios – 19 adultos e duas crianças – deixaram o prédio da Justiça Federal e disseram que ficariam hospedados em casas de amigos. O juiz havia informado anteriormente que o grupo poderia passar a noite no prédio da Justiça Federal, mas eles também não quiseram.

Esse grupo, encabeçado por índios Guajajaras, é o mesmo que tentou resistir à decisão da Justiça e permanecer no antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte, na sexta-feira (22). “O lugar [na Glória] que ofereceram é horrível, não tem nenhum espaço para as crianças”, criticou a índia Márcia Guajajara, ao deixar a sede da Justiça Federal, ao lado da filha.

Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)

O advogado André de Paula, que representa a parcela dos índios que não aceita a realocação dada pelo Governo, disse que o grupo deve se encontrar nesta segunda-feira (25) com a procuradora da República Marylucy Santiago, para tentar uma negociação com a Justiça a fim de retornar para o terreno que eles chamavam de Aldeia Maracanã.

Invasão do museu atual
Os indígenas foram levados como testemunhas, após terem sido retirados pacificamente do atual Museu do Índio por volta das 7h deste domingo.

A ocupação do museu se iniciou na tarde de sábado (24). Na madrugada de domingo a Polícia Militar isolou a Rua das Palmeiras e negociou a saída dos indígenas e dos manifestantes, num total de cerca de 60 pessoas.

O grupo foi levado para a audiência na tentativa de haver uma conciliação entre os indígenas que não aceitam os locais oferecidos pelo governo do estado depois da desocupação do antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, que terminou em confusão na sexta-feira (22).

‘Canteiro de obras’, diz juiz
Um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai) foi intimado a comparecer à audiência, que havia sido suspensa por volta de 12h. A sessão foi retomada por volta das 14h.

Como juiz comentou, prédio da Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)Como juiz notou, antigo prédio do Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)

Nesse intervalo, o juiz Wilson Witzel, acompanhado dos índios, foi visitar um prédio ao lado da antiga sede do Museu do Índio, no Maracanã, oferecido pelo governo como moradia. Após a visita, o juiz constatou que o antigo prédio do Laboratório Nacional de agricultura Agropecuária (Lanagro) não tem condições de abrigar os indígenas. Ele disse que o local “parecia mais um canteiro de obras”.

A Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos  Humanos informou que jamais ofereceu o antigo prédio do Lanagro como moradia para os índios. Segundo a secretaria, o governo do estado ofereceu três terrenos e parte do grupo, que ocupava o antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, escolheu o de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. No entanto, os indígenas dissidentes não aceitaram ir para o alojamento provisório nesse terreno, para onde parte do grupo foi na manhã deste domingo (24).

Fonte: http://glo.bo/10aUJUz

Número de mortes induzidas em hospital de Curitiba pode ser maior

A equipe chefiada pelo auditor Mário Lobato está analisando mais de 1,7 mil prontuários dos últimos sete anos e também as provas do processo.

O Fantástico voltou ao caso das mortes suspeitas na  UTI de um hospital em Curitiba.

Entrevistamos, com exclusividade, o auditor do Ministério da Saúde que coordena a sindicância na unidade. Ele diz que o número de vítimas pode ser ainda maior.

A morte de Ivo Spitzner em janeiro deste ano é um dos sete casos do processo contra a médica Virgínia Helena Soares de Souza, ex-chefe da UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba.

Além dessas, o Ministério Público investiga outras 20 mortes ocorridas no tratamento intensivo da instituição. Mas para o doutor Mário Lobato, auditor do Ministério da Saúde e coordenador da sindicância aberta no hospital, o número de mortes suspeitas é muito maior, como ele conta nesta entrevista exclusiva.

“São mais de 20 casos já, e nós temos quase 300 já para fazer o fechamento”, diz Mario Lobato.

A equipe chefiada pelo auditor está analisando mais de 1,7 mil prontuários dos últimos sete anos, e também as provas do processo. “O depoimento das pessoas que trabalhavam lá dentro confere praticamente, totalmente, com os prontuários que foram analisados”, aponta Mario.

Pacientes que precisam de respiração por aparelhos, como aconteceu com Ivo Spitzner, recebem diferentes percentuais de oxigênio, conforme a necessidade. Em casos irreversíveis, a equipe médica e a família podem decidir regular a máquina para o mínimo de 21%. Com essa concentração, a morte acaba vindo naturalmente – é o que se chama de ortotanásia, um procedimento que não é ilegal no brasil.

O prontuário de Ivo Spitzner, obtido com exclusividade pelo Fantástico, mostra que às 6h do dia em que morreu, ele recebia oxigênio a 45%. Duas horas depois, passou a receber 22%, quase o limite mínimo, sem que a família soubesse.

Na prescrição médica, às 9h39, foram administrados três medicamentos. Um deles é o Pavulon.

O Pavulon faz todos os músculos pararem, inclusive os da respiração. Quando usado corretamente, ele permite que o aparelho controle toda a respiração, sem que o corpo precise se esforçar.

Às 10h30, uma hora depois de receber as medicações, ele morreu. Para o Ministério Público e o coordenador da sindicância, foi essa combinação de procedimentos que matou Ivo e os outros pacientes da UTI.

“Todos eles o mesmo modus operandi, têm a mesma relação entre a droga e o óbito, o horário bate”, afirma o Dr. Mário Lobato.

O doutor Mário Lobato, cardiopediatra com 30 anos de carreira, revela ainda que alguns dos doentes estavam acordados e conscientes, momentos antes da morte.

“Um deles estava consciente, sob nebulização, não estava ligado ao respirador. A outra foi uma paciente que pediu um copo de água para a enfermeira”.

A médica Virgínia Soares de Souza foi solta esta semana, depois de um mês em uma prisão especial. Vai responder em liberdade como os outros sete réus. Nenhum deles quis gravar entrevista.

O advogado de Virgínia diz que ela não fez nada de errado. “Nós poderemos, em breve, provar que tudo que aconteceu naquela UTI tem justificativa na literatura médica”, afirma Elias Mattar Assad.

O presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, José Mário Meira Teles, se manifestou pela primeira vez desde o início das investigações. Ele não quis falar sobre nenhum caso específico, mas diz que decisões normais tomadas numa UTI podem ser mal interpretadas. “A não introdução de medidas que são fúteis, que são inúteis ou a retirada de procedimentos que não têm nenhum beneficio ao paciente pode ser interpretado pela promotoria, às vezes, como um procedimento que possa apressar, que possa acelerar o processo de morte”, aponta .

O Ministério Público anunciou que vai pedir amanhã à Justiça que a médica Virgínia Helena Soares de Souza volte para a cadeia. A alegação é que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública, e para evitar pressão sobre testemunhas.

“Agora eu quero Justiça”, pede a viúva de Ivo.

Fonte: http://glo.bo/11AUN50

Motorista tenta ultrapassagem em MT e casal morre após acidente

Os dois motoristas jogaram os veículos para o acostamento da rodovia.
Casal morava no município de Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá.

Casal não resistiu e morreu preso nas ferragens do veículo. (Foto: Agora MT)Casal não resistiu e morreu preso nas ferragens do veículo. (Foto: Agora MT)

Um homem de 52 anos e uma mulher de 46 morreram após um acidente neste sábado (23) na BR-364, próximo a cidade de Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o homem conduzia o carro de passeio e teria tentado ultrapassar três carretas, quando bateu de frente com outra carreta que vinha no sentido contrário.

O acidente foi registrado no quilômetro 238, perto do Distrito de Boa Vista, que fica em Rondonópolis. Conforme a PRF, ao perceberem que iriam bater, tanto o condutor do carro de passeio quanto o motorista da carreta jogaram os veículos para o acostamento, ocorrendo o acidente.

PRF diz que condutor do carro de passeio tentou fazer ultrapassagens. (Foto: Agora MT)PRF diz que condutor do carro de passeio tentou fazer ultrapassagens. (Foto: Agora MT)

Com a batida, a estrutura da frente do carro ficou totalmente destruída. O casal ficou preso nas ferragens e morreu no local. De acordo com a PRF, os dois iriam para o sul do país, visitar a mãe de uma das vítimas que está doente. Eles moravam no município de Sinop, a 503 quilômetros da capital.

Os corpos foram retirados do veículo e encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML). O motorista da carreta, de 51 anos, não teve nenhum ferimento.

Fonte: http://glo.bo/ZfWbWP

Seguro da vitória, técnico Felipão garante: ‘O Brasil vai ser hexa em 2014’

No Esquenta! deste domingo, Luiz Felipe Scolari mostrou confiança.

Técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari mostrou confiança no time que está formando para a Copa de 2014 e respondeu à pergunta que não quer calar: o Brasil tem ou não tem chance de conseguir a tão sonhada taça? “O Brasil vai ser hexa!”, garantiu o professor. 

Fonte: http://glo.bo/10BoqAt

Vettel ignora ordens da RBR, passa Mark Webber e fatura GP da Malásia

Em dia de trapalhadas de Alonso e Hamilton, alemão desbanca parceiro de equipe e causa mal estar dentro da RBR. Massa larga mal e chega em 5º

Em um GP da Malásia recheado de trapalhadas, até a vitória de Sebastian Vettel foi fruto de um “erro”. Antes de receber a bandeirada em primeiro, porém, o alemão da RBR viu Fernando Alonso abandonar logo na segunda volta após insistir em ficar na pista com a asa da Ferrari quebrada, viu também Lewis Hamilton, hoje na Mercedes, pagar um mico daqueles ao tentar parar nos boxes de sua ex-equipe, a McLaren. Vettel também aprontou. Parou muito cedo para colocar pneus de pista seca e perdeu a liderança para Mark Webber. Mas recuperou a ponta nas voltas finais após um intenso duelo com o australiano, para ganhar a corrida.

Apesar da dobradinha, nada de festa. Pelo contrário, após a prova, o clima era dos piores. No rádio, a RBR  parabenizou Vettel pela vitória, mas disse que “precisava conversar”. Ele havia ignorado ordens da equipe para segurar o ritmo, não ameaçar o australiano e poupar pneus. A atitude do alemão deixou Webber irritadíssimo. Na pista, ele mostrou o dedo médio (vídeo) para o companheiro ao ser ultrapassado. Depois, disparou contra Vettel e a equipe: “Protegido”. Constrangido, o alemão admitiu o erro e pediu desculpas: “Cometi um grande erro”. E na “corrida dos 7 erros”, o do tricampeão lhe rendeu a vitória e a liderança do campeonato, com 40 pontos.

Felipe Massa foi outro que não passou ileso à movimentada corrida no circuito de Sepang. Viu as chances de vitória irem embora nos primeiros metros, ao largar mal e despencar para sexto. Depois de andar em quinto boa parte da corrida, foi surpreendido na parte final com a opção de Kimi Raikkonen, Romain Grosjean e Sergio Pérez em fazer um pit stop a menos e caiu para oitavo. Mas o brasileiro mostrou habilidade para recuperar as posições na pista e terminar em quinto, mesma colocação que ocupa na tabela de classificação. Como consolo, com 22 pontos, ele superou seu parceiro de Ferrari, Fernando Alonso, o sexto, com 18.
sebastian vettel e mark webber rbr gp da malásia (Foto: Agência EFE)Clima foi de constrangimento entre Webber (centro), Vettel (direita) e projetista Newey no pódio (Foto: EFE)

Saia justa entre dupla da RBR

Após a corrida, saia justa entre Vettel, Webber e os funcionários da equipe austríaca. Vencedor, o alemão manteve o semblante sério na saída da pista. Conversou com o projetista Adrian Newey e depois ouviu as reclamações de Webber. No pódio, o clima seguiu ruim. A dupla esboçarou sorrisos constrangidos e sequer se cruzaram ao estourar o champanhe. A RBR também cancelou a tradicional foto da vitória com os funcionários da equipe.

 
nico rosberg e Lewis Hamilton Mercedes gp da malásia (Foto: Agência Reuters) Houve polêmica por ordens de equipe também na
Mercedes, com Hamilton e Nico (Foto: Reuters)

O único que teria motivos para celebrar no pódio seria Hamilton, seu primeiro pela Mercedes. Mesmo assim, a ordem do time alemão para Nico Rosberg não ameaçá-lo, deixou o britânico pouco à vontade para comemorar: “Era ele quem deveria estar aqui’, admitiu. Assim como os pilotos da RBR, a dupla da Mercedes também duelava na pista. Mas o chefe do time Ross Brawn mandou os pilotos “levarem os carros para casa” e, diferentemente de Vettel com Webber, Rosberg obedeceu. Porém não ficou nada satisfeito com a interferência e disse que “guardaria o episódio” para usar a seu favor no futuro.

Em um domingo em que nem o vencedor teve muitos motivos para sorrir, foi grande o número de pilotos decepcionados. O primeiro deles foi Alonso. O dia que era de comemoração pelo seu 200º GP, se transformou em fiasco.  O espanhol abandonou na segunda volta, após um erro primário, quando teimou em ficar na pista, com o bico da Ferrari quebrado.

Jenson Button foi outro que deve ter ficado chateado. Depois de perceber, na Austrália, que o carro da McLaren não era tão competitivo, o britânico andou bem em Sepang. Figurou entre os cinco primeiros e chegou a liderar rapidamente antes de uma das paradas nos boxes. Mas um erro da equipe em seu pit stop acabou com as chances de um bom resultado.

A Force India também saiu frustrada. Após uma estreia promissora na Austrália, os dois pilotos da escuderia enfrentaram problemas em seus pit stops e, por motivo de segurança, seus carros precisaram ser recolhidos.

A Fórmula 1 volta no dia 14 de abril para o GP da China. A TV Globo exibe a terceira etapa da temporada ao vivo às 4h e o GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real.

Massa larga mal e cai para sexto

As esperanças de vitória para Massa acabaram cedo. O brasileiro não largou bem, foi superado por Alonso, e ainda despencou para sexto nas primeiras curvas. Mas a boa partida do espanhol não adiantou nada. Ele danificou a asa dianteira ao tocar levemente na RBR do pole Vettel. Com o bico quebrado, insistiu em permanecer na pista, mas a peça quebrou de vez na reta principal na abertura da segunda volta. Alonso foi parar na brita e abandonou a prova.

Webber assume a liderança

Sem chuva, a pista secava rapidamente e o até então Vettel resolveu parar na quinta volta. Mas a opção se mostrou precoce demais. Com dificuldades para guiar em um asfalto ainda úmido, o alemão perdeu diversas posições. Quem se deu bem foi Mark Webber, que esperou algumas voltas para colocar os compostos duros e tomou a liderança do companheiro de RBR.

fernando alonso ferrari gp da Malásia (Foto: Agência Reuters)Alonso e Ferrari vacilaram e piloto espanhol terminou na brita logo na segunda volta (Foto: Reuters)

Hamilton entra nos boxes da McLaren

Na primeira rodada de pit stops, uma cena antológica que entrará para a história da Fórmula 1. Por força do costume, Lewis Hamilton, hoje na Mercedes parou nos boxes da McLaren, equipe que defendeu por seis anos (veja no vídeo). Apesar o mico, o britânico ainda voltou em terceiro, seguido por Rosberg, Button e Hulkenberg. Nesse momento, Massa era apenas em sétimo.

Hamilton pagando mico (Foto: TV Globo)Em segunda corrida na Mercedes, Hamilton paga mico e entra nos boxes da McLaren (Foto: TV Globo)

Na 14ª volta, Pastor Maldonado fez o seu já tradicional passeio fora da pista. Ele danificou o bico da Williams e caiu para último. A 11 voltas do fim, o venezuelano faria outra visita na brita, dessa vez para abandonar definitivamente.

Apesar de estar com pneus duros, teoricamente os mais resistentes, Webber precisou fazer uma segunda parada precoce na 19ª volta. A liderança ficou momentaneamente com Vettel, mas voltou para o australiano após o alemão ir para os boxes. Após seu pit stop, Massa retornou à pista em sétimo, mas logo ganhou a posição de Hulkenberg e subiu para sexto.  Após a segunda rodada de paradas, a ordem era a seguinte: Webber, Vettel, Hamilton, Rosberg, Button e Massa.

A corrida chegava à metade de suas 56 voltas. Os carros da RBR e da Mercedes possuíam ritmos muito semelhantes. A diferença entre o líder Webber e o quarto Rosberg era de menos de dois segundos. Nesse momento, Vettel se aproximou muito do australiano e pediu à equipe, pelo rádio, para o companheiro deixá-lo passar. A RBR respondeu: “Tenha calma, você ainda está na metade da corrida”.

felipe massa ferrari pit-stop GP da malásia (Foto: Agência Reuters)Brasileiro Felipe Massa terminou a prova na quinta posição (Foto: Reuters)

Do pelotão da frente, Hamilton foi o primeiro a fazer seu terceiro pit stop. E na hora de entrar nos boxes, por pouco não acertou a RBR de Vettel. O alemão parou duas voltas, viu seu carro dar uma leve engasgada depois do pit e acabou voltando atrás do inglês da Mercedes. Nesse meio tempo, Webber também trocou pneus e voltou atrás de Button, que ainda não tinha feito o terceiro pit. O australiano fez a ultrapassagem sobre o piloto da McLaren para reassumir a ponta na 35ª volta.

A esperança de Button conseguir um bom resultado com o fraco carro da McLaren durou pouco. No pit stop, a roda dianteira direita não foi colocada corretamente e o piloto parou metros depois, ainda nos boxes. Os mecânicos recolheram o carro, corrigiram o problema e mandaram Button de volta à pista, em 14º. Melhor para Massa, que ganhou mais uma posição e subiu para quinto.

Na 39ª volta, Vettel ultrapassou Hamilton e recuperou a segunda posição. Na ponta, Webber abria boa vantagem, de 4s para o companheiro de equipe, enquanto o alemão também conseguia se afastar da dupla da Mercedes.

Vettel e Webber travam duelo

Na 43ª volta, Vettel fez seu quarto e último pit stop. Webber parou uma passagem depois e retornou imediatamente à frente de seu companheiro. Na sequência, a dupla travou um lindo duelo, disputando, uma série de curvas lado a lado. O tricampeão mundial mostrou ousadia e levou a melhor, reassumindo a ponta. Um pouco mais atrás, outra bela briga entre parceiros de equipe. Rosberg chegou a ultrapassar Hamilton duas vezes, mas levou o troco. Pelo rádio, disse que estava mais rápido e que o inglês deveria deixa-lo passar para ele tentar alcançar os carros da RBR. O chefe da equipe, Ross Brawn, negou o pedido e ainda mandou Rosberg parar de tentar a ultrapassagem.

sebastian vettel e mark webber rbr gp da malásia (Foto: Agência EFE)Vettel ignora ordens da equipe, surpreende Webber e assume a ponta na Malásia (Foto: EFE)

 Após 4º pit, Massa escala pelotão

Enquanto isso, Massa passava um sufoco para conseguir a quinta posição. Após o quarto pit stop, voltou em oitavo e precisou superar, na pista, Grosjean e Raikkonen, da Lotus, que fizeram uma parada a menos, além de Pérez, da McLaren, que fez a quarta parada apenas na penúltima volta.

Depois de superar Webber, Vettel ficou com pista livre para acelerar e abrir vantagem. O alemão recebeu a bandeirada em primeiro, quatro segundos à frente do companheiro. Hamilton cruzou a linha de chegada em terceiro, seguido de perto por Rosberg.

Confira o resultado final do GP da Malásia (56 voltas):

1 –  Sebastian Vettel  (ALE/RBR), em 1h38m56s681
2 –  Mark Webber  (AUS/RBR) – a 4s298
3 –  Lewis Hamilton (ING/Mercedes) – a 12s181
4 –  Nico Rosberg (ALE/Mercedes)  – a 12s640
5 –  Felipe Massa (BRA/Ferrari)  – a 25s648
6 –  Romain Grosjean (FRA/Lotus)  – a 35s565
7 –  Kimi Raikkonen (FIN/Lotus)  – a 48s479
8 –  Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) – a 53s044
9 –  Sergio Perez (MEX/McLaren)  – a 1m12s357
10 –  Jean-Eric Vergne (FRA/STR) – a 1m27s124
11 –  Valtteri Bottas (FIN/Williams) – a 1m28s610
12 –  Esteban Gutierrez (MEX/Sauber) – a 1 volta
13 –  Jules Bianchi (FRA/Marussia) – a 1 volta
14 –  Charles Pic (FRA/Caterham) – a 1 volta
15 –  Giedo van der Garde (HOL/Caterham) – a 1 volta
16 –  Max Chilton (ING/Marussia) – a 2 voltas

Não completaram:
17 –  Jenson Button  (ING/McLaren) –  na volta  53
18 –  Daniel Ricciardo (AUS/STR) –  na volta 51
19 –  Pastor Maldonado (VEN/Williams) –  na volta 46
20 –  Adrian Sutil (ALE/Force India) –  na volta 28
21 –  Paul di Resta (ESC/Force India) –  na volta 23
22 –  Fernando Alonso (ESP/Ferrari) –  na volta 2

Melhor volta: Sergio Perez (MEX/McLaren) – 1m39s199

Circuito de Sepang - GP da Malásia (Foto: infoesporte)

Fonte:  http://glo.bo/11yG8Hz