Ex-BBB André prevê primeira noite com Fernanda: ‘Jantar à luz de velas’

Nos bastidores do Paparazzo, ele contou que está confiante na vitória da mineira, com quem iniciou um relacionamento no reality show

Um verdadeiro príncipe! Assim ficou conhecido o ex-BBB André Martinelli, de 24 anos, durante sua participação no “BBB 13”. E não foi à toa que o modelo deixou a advogada Fernanda apaixonada. Nesta segunda-feira, 25, o rapaz mostrou todo seu charme e boa forma em fotos para o Paparazzo.

Nos bastidores do ensaio, realizado em um casarão em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, o assunto – claro! – girou em torno de seu relacionamento com a mineira. “Nunca me apaixonei com tanta intensidade antes”, afirmou o capixaba, não vendo a hora de reencontrar Fernanda e ficar com ela a sós: “Vou preparar um jantarzinho à luz de velas com um bom vinho para dar o clima perfeito. Sonhava com isso lá dentro”, contou.

Às vésperas da final do programa – o vencedor será revelado nesta terça, 26 -, André reforça a torcida para que a advogada saia milionária do reality. “Fernanda está com uma torcida muito grande no Brasil pelo que ela foi lá dentro. Teve uma entrega muito sincera, verdadeira, com muito amor. Ela é uma mulher muito inteligente”.

Paparazzo Andre - making of (Foto: Luciana Tancredo/Cia da Foto)André exibe seu tanquinho durante ensaio para o Paparazzo (Foto: Luciana Tancredo/Cia da Foto)
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‘Bolt Contra o Tempo’: pista começa a ser montada para o desafio em Copa

Prova de 150m reunirá o homem mais rápido do mundo, Wallace Spearmon e Alex Quiñones. Alan Fonteles e Jerome Singleton farão desafio paralímpico

O palco que receberá o tricampeão olímpico dos 100m, 200m e 4x100m Usain Bolt já está sendo montado nas areias da praia de Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. Ganhando os últimos ajustes para a disputa, a pista de 150m será o local do desafio “Bolt Contra o Tempo”, que acontece neste fim de semana em um dos cartões postais da Cidade Maravilhosa. A prova principal será transmitida ao vivo dentro do Esporte Espetacular.

pista de atletismo Bolt contra o tempo Copacabana (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)Pista para o desafio ‘Bolt Contra o Tempo’ é montada em Copa (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)

O homem mais rápido do mundo correrá pela primeira vez no Brasil, no domingo, contra o americano Wallace Spearmon, vice-campeão do revezamento 4x100m nos Jogos de Londres, e o equatoriano Alex Quiñones. O terceiro desafiante será um brasileiro, que sairá de uma bateria qualificatória no sábado. Disputam a vaga Sandro Viana, Bruno Lins, Nilson André e Aílson Feitosa.

Bolt esteve no país no ano passado, mas apenas a passeio. Ele visitou o Cristo Redentor e passeou de helicóptero. O jamaicano se mostrou animado com seu retorno ao Brasil e disse que espera um clima de futebol na disputa em Copacabana.

Além do evento principal, a pista receberá um desafio paralímpico. Alan Fonteles, campeão dos 200m T44 em Londres e recordista mundial, fará um duelo mano a mano com o americano Jerome Singleton, prata nos 100m em Pequim 2008 e considerado um dos atletas mais velozes da atualidade. A prova feminina fica por conta do duelo entre as brasileiras Rosângela Santos, Vanda Gomes, Evelyn Santos e Franciele Graças.
Fonte: http://glo.bo/11DW0bS

Dilma chega a Petrópolis para missa em memória das vítimas da chuva

Temporal nos dias 17 e 18 de março deixou 33 mortos na Região Serrana.
Mau tempo atrasou chegada da presidente à cidade.

A presidente Dilma Rousseff e o governador do Rio, Sérgio Cabral, chegaram em  Petrópolis, na Região Serrana, às 18h desta segunda-feira (25), para a missa de sétimo dia das 33 vítimas da tragédia após as chuvas dos dias 17 e 18.

A cerimônia, que estava marcada para as 17h, teve que ser atrasada para que a visibilidade na cidade melhorasse, já que a presidente viajou de helicóptero. O aeronave pousou em Xerém, na Baixada Fluminense. De lá, a comitiva seguiu de carro.

Protesto
Um grupo protestava, por volta das 17h, com cartazes na porta da Catedral Metropolitana, no Centro da cidade, pedindo soluções para que tragédias provocadas pela chuva não voltem a acontecer na cidade. Dilma deve ser reunir com autoridades para definir quais medidas serão tomadas. Na semana passada, de Roma, onde se encontrou com o Papa Francisco, ela cobrou medidas mais drásticas.

“Eu perdi um amigo na chuva, o Fernando, que trabalhava na Defesa Civil. Quando chove todo mundo entra em pânico”, falou Tânia Cox, uma das manifestantes.

Manifestantes cobram soluções para evitar mais mortes (Foto: Tássia Thum/G1)Manifestantes cobram soluções para evitar mais mortes (Foto: Tássia Thum/G1)
Manifestantes cobraram soluções na porta da Catedral de Petrópolis (Foto: Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo)Manifestantes cobraram soluções (Foto: Tasso
Marcelo/Estadão Conteúdo)

 

Ainda nesta segunda, às 23h, do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio, Dilma embarca para a África, onde participará da 5ª Cúpula do Brics, grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Estado de emergência
O Secretário Nacional de Defesa Civil, Humberto Viana, publicou no Diário Oficial a Portaria de nº 40, decretando o estado de emergência em Petrópolis, Região Serrana, após a chuva de domingo (17) e madrugada de segunda-feira (18), que deixou 33 mortos.

Com a melhora no tempo, técnicos da Defesa Civil puderam sobrevoar áreas atingidas pela tempestade e ter um panorama geral dos estragos. Segundo um levantamento feito pela prefeitura do município, mais de mil pessoas permanecem desalojadas, e pelos menos 15 mil famílias ainda se encontram em áreas consideradas de risco.
fonte: http://glo.bo/11EoDpk

Iara Ramos, assistente de palco do Programa Legendários recusa proposta de posar nua.

A modelo Iara Ramos 22 anos, que nasceu no Guarujá e atualmente mora na Liberdade, começou sua carreira no Programa Pânico na TV participando de alguns quadros durante um ano e atualmente trabalha como assistente de palco no Programa Legendários do Marcos Mion. Ela vem se destacando na mídia pela sua beleza e talento despertando interesse de algumas marcas para trabalhos publicitários e algumas revistas e ainda participou de um Clipe com a Panicat Carol Narizinho. A beldade ao ser questionada se posaria nua para alguma revista masculina, disse que ainda não era o momento mais não descartou a hipótese de posar para alguma futuramente. A Agência WRL Models que faz a sua assessoria disse que vem muita novidade ai pela frente e em breve estará anunciando nas mídias.

Em audiência, índios que invadiram museu recusam proposta da Funai

Fundação ofereceu quatro dias em albergue até uma solução definitiva.
Audiência de conciliação na Justiça Federal terminou em impasse às 18h.

Márcia Guajajara disse que hostel não tem espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)Márcia Guajajara disse que hostel da Glória não teria espaço para a filha (Foto: João Bandeira de Mello)

Os 21 índios que invadiram, no sábado (23), o atual Museu do Índio, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recusram, na tarde deste domingo (24) oferta feita pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de quatro dias de hospedagem em um albergue, na Glória, também na Zona Sul, enquanto não há uma solução definitiva para moradia deles. A proposta foi feita durante uma fracassada audiência de conciliação na sede da Justiça Federal do Rio, no Centro.

Convocada pelo juiz federal Wilson Witzel, a audiência de conciliação terminou em impasse por volta das 18h. Os 21 índios – 19 adultos e duas crianças – deixaram o prédio da Justiça Federal e disseram que ficariam hospedados em casas de amigos. O juiz havia informado anteriormente que o grupo poderia passar a noite no prédio da Justiça Federal, mas eles também não quiseram.

Esse grupo, encabeçado por índios Guajajaras, é o mesmo que tentou resistir à decisão da Justiça e permanecer no antigo Museu do Índio, no Maracanã, Zona Norte, na sexta-feira (22). “O lugar [na Glória] que ofereceram é horrível, não tem nenhum espaço para as crianças”, criticou a índia Márcia Guajajara, ao deixar a sede da Justiça Federal, ao lado da filha.

Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)Índio Arão da Providêncvia deixa a sede da Justiça Federal após audiência (Foto: João Bandeira de Mello)

O advogado André de Paula, que representa a parcela dos índios que não aceita a realocação dada pelo Governo, disse que o grupo deve se encontrar nesta segunda-feira (25) com a procuradora da República Marylucy Santiago, para tentar uma negociação com a Justiça a fim de retornar para o terreno que eles chamavam de Aldeia Maracanã.

Invasão do museu atual
Os indígenas foram levados como testemunhas, após terem sido retirados pacificamente do atual Museu do Índio por volta das 7h deste domingo.

A ocupação do museu se iniciou na tarde de sábado (24). Na madrugada de domingo a Polícia Militar isolou a Rua das Palmeiras e negociou a saída dos indígenas e dos manifestantes, num total de cerca de 60 pessoas.

O grupo foi levado para a audiência na tentativa de haver uma conciliação entre os indígenas que não aceitam os locais oferecidos pelo governo do estado depois da desocupação do antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, que terminou em confusão na sexta-feira (22).

‘Canteiro de obras’, diz juiz
Um representante da Fundação Nacional do Índio (Funai) foi intimado a comparecer à audiência, que havia sido suspensa por volta de 12h. A sessão foi retomada por volta das 14h.

Como juiz comentou, prédio da Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)Como juiz notou, antigo prédio do Lanagro é um canteiro de obras (Foto: João Bandeira de Mello)

Nesse intervalo, o juiz Wilson Witzel, acompanhado dos índios, foi visitar um prédio ao lado da antiga sede do Museu do Índio, no Maracanã, oferecido pelo governo como moradia. Após a visita, o juiz constatou que o antigo prédio do Laboratório Nacional de agricultura Agropecuária (Lanagro) não tem condições de abrigar os indígenas. Ele disse que o local “parecia mais um canteiro de obras”.

A Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos  Humanos informou que jamais ofereceu o antigo prédio do Lanagro como moradia para os índios. Segundo a secretaria, o governo do estado ofereceu três terrenos e parte do grupo, que ocupava o antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte, escolheu o de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. No entanto, os indígenas dissidentes não aceitaram ir para o alojamento provisório nesse terreno, para onde parte do grupo foi na manhã deste domingo (24).

Fonte: http://glo.bo/10aUJUz

Marcello Antony e mulher sofrem acidente de carro no Rio

Segundo relato de Carolina Holinger, casal foi fechado por um caminhão em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Os dois sofreram ferimentos leves e passam bem; motorista do caminhão fugiu sem prestar socorros Marcello Antony (Foto: Ag News)Marcello Antony (Foto: Ag News)

Marcello Antony, 48, e a mulher, Carolina Hollinger Villar, sofreram um sério acidente de carro na tarde deste sabado (23), em Jacarépagua, no Rio de Janeiro. Segundo relato de Carolina, um caminhão fechou o veiculo conduzido por Marcello, que desviou o carro para o matagal. O ator perdeu o controle do veículo e caiu no rio.

Procurada por QUEM, a Polícia Militar afirmou que nenhum boletim de ocorrência foi documentado, e o celular de Antony encontra-se fora de área. Após o acidente, o ator chamou o serviço do seguro para resgatar o carro modelo Toyota Land Cruiser Prado do rio, e foi amparado por um amigo.

O hospital Barra D’or, da Zona Oeste do Rio de Janeiro, confirma que o casal deu entrada no pronto socorro, mas a pedidos do próprio ator, a assessoria de imprensa não divulgará o boletim médico para a imprensa. A assessora de imprensa do ator, Camila Lamoglia, contou para a QUEM que ficou sabendo do acidente por meio de uma assistente, mas que não saberia mais detalhes do ocorrido.

O motorista do caminhão fugiu sem prestar socorro. Marcello se feriu levemente na perna e Carolina sofreu pequenas escoriações. Nas imagens registradas pela agência de fotografia “Ag. News”, Antony aparece com ar chateado, e Carolina, ainda em choque. Muito nervosa, Carolina se incomodou com o fotógrafo, assim como o ator.

Marcello Antony se prepara para mais um desafio na carreira. O ator poderá formar par romântico com Thiago Fragoso na próxima novela das 21h da TV Globo, de Walcyr Carrasco.

Carolina se incomoda com o assédio na hora do acidente (Foto: Ag News)Carolina se incomoda com o assédio na hora do acidente (Foto: Ag News)

 

A perna de Marcello Antony (Foto: AG News)A perna de Marcello Antony (Foto: AG News)

 

Marcello Antony e a mulher (Foto: Ag News)Marcello Antony e a mulher (Foto: Ag News)

 

Carolinie e Antony (Foto: Ag News)Carolina e Antony (Foto: Ag News)
Marcello Antony (Foto: Ag News)Marcello Antony (Foto: Ag News)
O carro de Marcello Antony (Foto: Ag News)O carro de Marcello Antony (Foto: Ag News)
O carro de Marcello Antony (Foto: Ag News)O carro de Marcello Antony (Foto: Ag News)

 

O casal de Antony (Foto: Ag News)O carro de Antony (Foto: Ag News)

Índios devem ficar um ano em alojamento na Zona Oeste do Rio

Operários trabalham para entregar alojamento provisório neste domingo.
Indígenas devem se mudar quando Centro de Referência for construído.Operários trabalham na instalação de alojamento para os índios (Foto: João Bandeira de Mello/G1)Operários trabalham na instalação de alojamento

para os índios, enquanto meninos imitam Tarzan
(Foto: João Bandeira de Mello/G1)

Os índios retirados do terreno que ocupavam no Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro, devem passar cerca de um ano em um alojamento provisório junto ao Hospital Curupaiti, em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade, antes de irem para um local definitivo, informou neste sábado (23) a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado, que  pretende entregar a residência temporária aos índigenas às 10h deste domingo (24).

Na sexta-feira (22), houve confronto entre a Polícia Militar e alguns dos indígenas, além de militantes, durante a desocupação do antigo Museu do Índio, que o grupo chamava de “Aldeia Maracanã”.

A intenção dos indígenas era ocupar o local ainda neste sábado, mas isso não foi possível porque cerca de 50 operários trabalham no terreno para tentar concluir, em um único dia, as instalações e a ligação da rede de água e esgoto. Futuramente, o grupo deve se mudar para um terreno próximo, onde o governo do estado construirá o Centro de Referencia Indígena.

“O fato de eles terem aceitado ir primeiro para um alojamento provisório reduz o prazo para construção do Centro de Referência Indígena, que inicialmente era previsto em 18 meses. Mas ainda teremos que discutir a obra com os indígenas, depois licitar”, disse o secretario estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Zaqueu Teixeira, que visitou as obras do alojamento neste sábado. Ele não especificou quanto deve demorar a obra do centro que abrigará os índios, mas concordou que o tempo deve ser em torno de um ano.

Meninos bricam de pular cipó em frente ao local onde ficará alojamento dos índios (Foto: João Bandeira de Mello/G1)Meninos bricam de pular cipó em frente ao local onde ficará alojamento dos índios (Foto: João Bandeira de Mello/G1)

Enquanto trabalhavam, os operários viam que a nova morada dos índios já tinha vários “Tarzans” – mais de 10 meninos moradores das vizinhanças do Curupaiti que brincavam de pular de cipó. Curiosamente, a instalação do alojamento indígena é que diminuiu o visual de floresta do local.

Radial Oeste tem pista interditada
Também neste sábado (23), um dia após a evacuação do antigo Museu do Índio, a Radial Oeste, via que passa em frente ao local desocupado, no Maracanã, teve a pista sentido Zona Sul – a mais próxima do acampamento desfeito – interditada, exatamente em frente ao local do conflito de sexta-feira (22) para obras relativas à reforma urbana em torno do estádio de futebol.

Radial Oeste funciona em mão dupla, devido a pista interditada no local do conflito (Foto: João Bandeira de Mello/G1)Radial Oeste funciona em mão dupla, devido a pista interditada no local do conflito entre policiais e militantes na sexta-feira (22); ela ficará assim até 1h de segunda (25) (Foto: João Bandeira de Mello/G1)

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a interdição vai até 1h de segunda-feira (25), quando a via volta a funcionar com todas as pistas abertas ao trânsito.

Noite em albergue
Os índios passaram a noite desta sexta-feira (22) no terceiro andar do Hotel Acolhedor Santana 2, no Centro, oferecido pela prefeitura. As condições não agradaram o grupo. Afonso Apurinã esteve entre os 12 índios que foram ao albergue, mas saíram depois de almoçar, reclamando da comida, especialmente do arroz “duro” e do frango “horrível”. Um deles, identificado apenas como Tiago, disse que não voltaria, afirmando que iria voltar a morar em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste, onde sua família vive.

Segundo a Secretaria de Assistência Social, os índios visitaram os três locais oferecidos pelo estado, e optaram pelo terreno de Jacarepaguá, pelo tamanho, de 2 mil m² e a proximidade do trecho de matas da antiga colônia. De acordo com a secretaria, os alojamentos para residência temporária terão beliches e contêineres para cozinha e banheiros.

No total, 35 índios viviam no acampamento no Maracanã, segundo o defensor público da União Daniel Macedo, que intermediou as negociações, terminadas em conflito com uso de gás de pimenta e tiros de balas de borrancha por policiais militares do Batalhão de Choque. O confronto começou depois que uma fogueira acesa em meio a um ritual incendiou uma espécie de oca que eles mantinham inprovisada. O fogo foi apagado às pressas pelos bombeiros, antes que se  espalhasse pela vegetação.

Kawata Caiapó relaxa próximo a albergue após dia de tensão (Foto: João Bandeira de Mello)Caiapó relaxa próximo a albergue após dia tenso
(Foto: João Bandeira de Mello)

Um racha entre as índios que habitavam fez com que dois dos 17 grupos indígenas tentassem resistir à retirada, disse o artesão Kawatá Pataxó, que havia chegado ao acampamento do Maracanã há uma semana, vindo de Porto Seguro, na Bahia, e estava entre os que chegaram para passar a noite no albergue do Centro do Rio. “Todas as etnias aceitaram sair, menos Guajajara e Caiapó”, contou.

Defensoria segue no caso
Daniel Macedo afirmou, na noite desta sexta-feira (22), que Defensoria pública da União (DPU) vai acompanhar os desbodramentos  porque, segundo ele, não basta colocar o grupo em um terreno em Jacarepaguá. “Esse espaço não pode ser apenas um alojamento, para deixá-los lá. Tem que se criar uma estrutura digna para que eles consigam viver”, disse

O defensor, acrescentou que a conduta da Polícia Militar será investigada. “Vamos apurar as responsabilidades, porque houve abuso de autoridade. Pedimos 10 minutos para negociar com os últimos índios que insistiam em permanecer no local. Eles estavam saindo, mas as autoridades determinaram a invasão. Jogaram spray de pimenta numa atitude truculenta”.

Ocupantes reclamam de albergue
No Hotel Santana, os ocupantes têm que sair às 9h e tem horário de 16h as 22h para retornar. Os ocupantes, que podem ficar no albergue de dois a  três meses, são advertidos caso não retornem no horário e, na terceira vez, expulsos. Eles criticam as condições do local. Um dos hóspedes, que não quis se identificar, com medo de expulsão, diz que, mal chegou, há 20 dias, já teve R$ 700 roubados em roupas.

De cocar, índio olha pela janela de albergue (Foto: João Bandeira de Mello)De cocar, índio olha pela janela de albergue da prefeitura, no Centro do Rio (Foto: João Bandeira de Mello)

Os armários não têm chaves e os furtos são comuns, segundo o faxineiro Ivonaldo Albuquerque, de 48 anos, que trabalha na Câmara dos Vereadores, no Centro, e “morava muito longe, em Santa Cruz [na Zona Oeste, a quase 80 km do Centro]”, por isso, foi para o abrigo, de onde deve sair para morar de aluguel na Lapa, também no Centro.
“Nos dois meses em que eu estou aqui, teve um monte de furto, pelo menos uns cinco”, conta.

Alex Fagner conta que perdeu emprego por causa de horário restrito no albergue (Foto: João Bandeira de Mello)
Alex Fagner diz que horário restrito no albergue
o fez perder emprego (Foto: João Bandeira de Mello)

Para evitar esse problema, o pedreiro Marco Antonio Coimbra, de  50 anos, conta que dorme com a carteira “dentro da roupa”.

Por sua vez, Alex Fagner de Oliveira, de 29 anos, queixa-se da limitação de horário, que dificulta na hora de conseguir um trabalho a poder sair do abrigo.

“Cheguei aqui no dia 27 [de fevereiro], vindo de Macaé [no Norte Fluminense], e, no dia 4, arrumei emprego de garçom no Arábia Saudita, restaurante aqui perto, no Bairro de Fátima, mas eles exigiam que, toda vez em que eu passasse das 22h, o dono do restaurante assinasse um papel dizendo que eu estava trabalhando. Não dava para fazer isso sempre. Por isso, depois da primeira advertência, pedi para sair do emprego, para não ser expulso daqui”, contou.

Fonte: http://glo.bo/10xH3p2

Bianca Salgueiro, dançarina do Esquenta da Rede Globo faz ensaio para revista Planet Sports Magazine

A modelo Bianca Salgueiro,dançarina do Esquenta da Rede Globo e Rainha de bateria da Caprichosos de Pilares foi convidada para fazer uma matéria sobre musculação para a americana Revista Planet Sport Magazine da Flórida. A Loira fez o ensaio na manhã dessa quinta-feira 21/03 em uma academia de Copacabana e na praia com poses fazendo exercícios que ira estampar a capa e recheio da revista, já que a musa também trabalha como personal trainner.

Fotografia: Filipe Menegoy –  Divulgação: WRL Models – Make up: Emmely Torres – Making off: Wagner Santos – Academia Balance Fitness Copacabana.

Palco da final da Copa, Maracanã chega a 92% das obras concluídas

Após receber o gramado, reforma do estádio se concentra no acabamento da cobertura e na instalação das cadeiras

Palco da final da Copa das Confederações desse ano e da Copa do Mundo de 2014, o Maracanã chegou aos 92% de conclusão. A confirmação foi feita pela Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), na manhã desta sexta-feira. Após receber o gramado, reforma do estádio se concentra no acabamento da cobertura e na instalação das cadeiras das arquibancadas. Mais de 30 mil já foram colocadas.

obras cobertura Maracanã Copa 2014 (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)Cobertura do Maracanã passa dos 50% de conclusão (Foto: Genílson Araújo / Agência O Globo)

A cobertura terá 120 membranas de lona (feita de teflon e fibra de vidro), que ainda serão tensionadas e ocuparação 47 mil metros quadrados. A promessa do projeto é que ela cubra 95% das 78.838 cadeiras. O teto terá 68,4 metros de comprimento, contra 30 metros do antigo antes da reforma.

O governo do Rio garantiu que o estádio estará pronto no dia 27 de abril, quando acontecerá o primeiro evento-teste (uma partida entre ex-atletas, com entrada permitida somente para operários e familiares). O segundo teste será em 8 de maio, também sem venda de entrada. O primeiro jogo aberto ao público será o amistoso entre Brasil e Inglaterra, dia 2 de junho.

Fonte: http://glo.bo/Z7gNk0

Batalhão de Choque da PM entra no antigo Museu do Índio no Rio

PMs usaram spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo.
Por volta das 13h, os pertences dos índios foram retirados do antigo museu.

Batalhão de choque entrou na área do museu no final da manhã (Foto: Reprodução/TVGlobo)Batalhão de Choque entrau na área do museu no final da manhã (Foto: Reprodução/TVGlobo)
Integrante do Femen é detida pela PM por protestar com os seios de fora em ato contra desocupação do antigo Museu do Índio (Foto: CHRISTOPHE SIMON/ AFP PHOTO)
Integrante do Femen é detida pela PM
(Foto: Christophe Simon/ AFP Photo)
Manifestante é ferido do bala de borracha durante desocupação do Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)
Manifestante passa mal ( Reprodução / TV Globo)
Fotógrafo do jornal O Globo, Pablo Jacob foi ferido por uma bomba de gás lacrimogêneo durante desocupação do Museu do Índio. (Foto: Isabela Marinho / G1)
Fotógrafo Pablo Jacob foi ferido por uma bomba de
gás lacrimogêneo (Foto: Isabela Marinho / G1)
Mapa Rio de Janeiro - Museu do Índio no Maracanã atualizado. (Foto: Editoria de Arte / G1)

Policiais do Batalhão de Choque entraram no antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, e os indígenas começaram a desocupar o prédio por volta das 11h45 desta sexta-feira (22). O clima ficou tenso, houve confronto, e os PMs utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os policiais dispararam tiros de bala de borracha. Manifestantes revoltados, muitos com os rostos pintados, ocuparam as vias no entorno e bloquearam a Radial Oeste nos dois sentidos. Um dos manifestantes passou mal e foi socorrido pelo Samu.

Após a retomada do museu, PMs do 4º BPM (São Cristóvão) vão patrulhar o local até o começo das obras do Museu Olímpico.

A invasão aconteceu após término da negociação, que começou às 3h com a chegada do Choque. Pouco antes das 11h, a PM começou a desfazer o cerco, dando indício de que havia um acordo, mas o clima de tranquilidade durou pouco: às 11h30, um grupo ateou fogo em uma oca erguida no terreno e começou a fazer uma dança. Bombeiros foram acionados para apagar as chamas.

Pouco depois, o Choque se posicionou e invadiu o local. Segundo o coronel Frederico Caldas, a decisão de entrar no antigo museu ocorreu por causa do incêndio na oca. “A Polícia Militar agiu na legalidade para uma saída negociada até que eles resolveram por fogo, que já estava se alastrando pelas árvores”, afirmou o oficial. Segundo o coronel, na operação havia 200 policiais do Bope. Ainda de acordo com Caldas, não foram índios que atearam fogo na oca, mas militantes.

Por volta das 12h20, as ruas ao redor do antigo Museu do Índio pareciam uma praça de guerra. Manifestantes com pedras, paus e faixas tentavam fechar algumas das vias.

A todo momento era possível ouvir disparos feitos por policiais do Batalhão de Choque. Manifestantes foram detidos.

A ação foi acompanhada pelo deputado Marcelo Freixo, que criticou a atuação da PM. “De repente você tem tiro para cima, spray de pimenta nos parlamentares, no promotor, no defensor público. Não é possível dizer que é necessário. Mesmo que alguns resistissem era possível que eles fossem retirados sem violência”, declarou Freixo. “Nós vamos agir contra esse procedimento da polícia”, afirmou.

O defensor público federal Daniel Macedo, que representa os índios, criticou a entrada da PM no antigo museu. Para Macedo, os policiais do Batalhão de Choque agiram de maneira truculenta. “Foi uma arbitrariedade. Não precisava disso, eles [os índios] já estavam prestes a sair. Apenas um pequeno grupo permanecia no prédio. Eles me pediram 10 minutos para fazer uma dança de despedida, quando os PMs entraram. Vou analisar imagens e talvez entre com uma representação pedindo a responsabilidade da polícia.”

O major da PM Ivan Blaz afirmou que se houve truculência durante a desocupação do antigo Museu do Índio, será averiguado. “Ainda estamos em ação. Tudo vai ser verificado e apurado no seu momento. Por enquanto ainda estamos em operação. Peço a compreensão de todos para que a gente possa liberar a via para que milhões de pessoas possam voltar às suas rotinas”, declarou.

Detidos e feridos
Entre os manifestantes havia estudantes, integrantes de grupos sociais e até ativistas do Femen. Uma delas, de seios de fora, foi detida pouco antes da invasão. Revoltada, ela gritava “assassinos”.

Índios colocam fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)Índios colocaram fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)

Mais cedo, o advogado Arão da Providência, que diz ser irmão de um dos índios que vivem no prédio, pulou o muro para falar com os indígenas. Ele foi repreendido por policiais militares do Batalhão de Choque, contido com uso de força e levado para o camburão. A manifestante Mônica Bello também foi detida após discutir com os PMs.

O fotógrafo do jornal “O Globo” Pablo Jacob foi atingido na perna por granada de efeito moral.

Entenda o caso
A polêmica sobre o destino do espaço começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016.

Pelo projeto da Casa Civil, o Maracanã seria transferido para a iniciativa privada, que deveria construir um estacionamento, um centro comercial e áreas para saída do público. Para isso, alguns prédios ao redor do estádio deveriam ser demolidos, entre eles o casarão do antigo Museu do Índio, que funcionou no local de 1910 até 1978.

O edifício com área de cerca de 1.600 m² está desativado há 34 anos. O grupo de indígenas que ocupa o prédio – e deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã – está no local desde 2006.

Esse ano, no entanto, a 8ª Vara Federal Cível do Rio de Janeiro concedeu imissão de posse em favor do governo estadual. Os índios foram notificados em 15 de março.

Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)