Brasil tem uma criança com síndrome de Down a cada 600 a 800 nascimentos

No Dia Internacional da Síndrome de Down, a Agência Brasil publica hoje (21) uma série especial de matérias mostrando pessoas com a alteração genética que venceram o preconceito e as dificuldades e são exemplos de inclusão.
dia internacional sindrome down

Necessidade de novas leis com garantias a pessoas com síndrome de Down divide opiniões

A síndrome de Down, ou trissomia do 21, é uma condição geneticamente determinada. Trata-se da alteração de cromossoma mais comum em humanos. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada 600 a 800 nascimentos, uma criança tem síndrome de Down, independentemente de etnia, gênero ou classe social.

A data foi criada em 2006 com o objetivo de valorizar as pessoas com a síndrome, conscientizar a sociedade sobre a importância da promoção de seus direitos e, assim, permitir que elas tenham vida plena e digna, como membros participativos em suas comunidades.

Fonte : http://noticias.uol.com.br

As Tigresas do Funk arrasam com muita sensualidade nos shows.

Com grande sucesso as  é um grupo vem abalando os bailes de todo Brasil com muita sensualidade. Com nova formação desde de 2012, o quarteto fantástico é formado pelas beldades Tigresa Sheyla, Tigresa , Tigresa Jéssica e a Tigresa Ellen. O show do grupo é marcado pela irreverência e sensualidade que elas exibem no palco e tem rendido convites para se apresentarem em todo Brasil e até no exterior. Em breve, as gatas estarão em turnê pelo Rio de Janeiro fazendo a cidade maravilhosa tremer.

 

 

 

 

Para conferir a agenda de shows e mais  do grupo acessem: http://www.astigresasdofunk.com.br  e contrate o melhor Show de Funk do Brasil.

Mizael é condenado pela morte da ex-namorada Mércia Nakashima

Pena é de 20 anos de prisão em regime fechado, segundo sentença.
Decisão dos jurados saiu nesta quinta-feira no Fórum de Guarulhos.

Mizael Bispo de Souza

O policial militar aposentado Mizael Bispo de Souza foi condenado na tarde desta quinta-feira (14) pela morte da advogada Mércia Nakashima, ocorrida em 2010. A pena é de 20 anos de prisão em regime inicial fechado.

O júri popular durou quatro dias e terminou por volta das 17h40 no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. O juiz Leandro Cano afirmou, na sentença, que o réu demonstrou “insensibilidade” e conduta “desprezível e repugnante”.

Mércia era ex-namorada de Mizael e foi encontrada morta em uma represa em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, em junho de 2010. Ela havia desaparecido em 23 de maio, após sair da casas dos pais em Guarulhos.

O juiz falou, na sentença, sobre uma das qualificadoras do crime, motivo torpe ou fútil. Segundo o magistrado, não foi “amor”, mas “delírio de posse” que levou ao crime. “Sentimento amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, é que faz sofrer.”

Presente em plenário, a família de Mércia ficou feliz com a decisão. A irmã Cláudia Nakashima comemorou a pena e gritou “assassino” e “maldito”. Enquanto isso, a mãe, Janete Nakashima, chorou. Mizael ouviu a sentença quieto e cabisbaixo.

Debates
Antes da decisão dos jurados, houve os debates entre defesa e acusação. O promotor Rodrigo Merli Antunes afirmou que Mizael tinha motivos para cometer o crime. Segundo ele, o réu se sentia rejeitado pela ex-namorada. O promotor ainda declarou que, para tirar o PM aposentado da cena do crime, seria preciso que todas as provas presentes no inquérito fossem coincidências.

“O réu Mizael Bispo de Souza matou, sim, Mércia Nakashima e tinha, sim, motivos para isso, se sentia rejeitado, se sentia ‘o lixo dos lixos’ em email trocado [com a vítima] em abril de 2010”, declarou o promotor.

Na sua fala, ele rebateu a tentativa da defesa de Mizael de desqualificar a série de provas. “Não existem excesso de coincidências. É preciso acreditar que o sangue não é sangue, que a alga não é alga, que a prostituta existe, que o rastreador falhou, que o Evandro foi torturado para que ele seja inocente”, afirmou o promotor.

Para o Antunes, as provas técnicas colocam o réu na cena do crime. “As antenas de celular demonstram que ele ficou no encalço da vítima junto com o senhor Evandro”, observou. Ele lembrou que Mizael tinha uma linha telefônica cujo número não foi informado para polícia. Com ele, Mizael fez diversas ligações no dia do crime para o vigia Evandro Bezerra da Silva. Ao ser questionado por que parou de usar essa linha após dia 23 de maio, segundo Antunes, Mizael responde: “[Parei] porque eu virei suspeito”. “Para mim, isso é confissão. Se não fez besteira nenhuma, não precisava [parar de usar]”, observou.

Caso Mércia arte (Foto: Arte/G1)

O advogado de defesa, Samir Haddad Júnior, afirmou que o réu “é incapaz de matar alguém”. A apresentação da defesa durou cerca de duas horas, e Mizael acompanhou a argumentação sentado, com a cabeça baixa e as mãos no rosto. O Ministério Público abriu mão da réplica.

O defensor afirmou que a equipe de advogados que representa Mizael ‘desmontou’ toda a tese da acusação e disse que nos autos existem “pinóquios e mentirosos”. A crítica foi na mesma linha da feita pelo advogado Ivon Ribeiro, que disse que o promotor Rodrigo Merli e o assistente de acusação “não foram capazes de abrir um volume e mostrar onde está a prova”.

Ribeiro chamou de “fanfarrão” o delegado Antônio de Olim, que investigou o caso no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e disse que “todo mundo quis a cabeça” de Mizael. “O doutor Olim chegou aqui com a maior cara de pau. Estou para ver um cara mais mentiroso do que ele”, afirmou. “Precisaram mudar o horário do crime para encaixar as ligações”, disse, em relação às ligações feitas por Mizael em Guarulhos e que tirariam o réu da cena do crime.

Interrogatório do réu
Nesta quarta-feira, Mizael depôs no Tribunal do Júri. A acusação afirmou que não faria perguntas em razão de ele já ter apresentado diferentes versões sobre o caso e que as provas são claras.

O réu mostrou a mão direita, onde não tem um dos dedos, afirmando que não consegue atirar com essa mão. Mizael é destro. O policial reformado usou a palavra “Deus” diversas vezes e afirmou que não tem “coragem de tirar a vida de nenhum ser humano”. Suas duas armas estavam regularizadas, relatou, e tinham até “casa de aranha dentro” pela falta de uso.

Sobre o fato de ter ficado foragido, o policial reformado disse que é atitude normal de um inocente. “Quem deve tem que pagar. Quem não deve tem que se rebelar”, afirma. “Estou sofrendo tanto com isso. Três anos. Melhor a morte do que ficar preso”, afirmou.

Mizael afirmou que foi vítima de uma armação da polícia, que “queria um culpado”. Foi o argumento usado para justificar a alga compatível com a da represa de Nazaré Paulista achada em seu sapato. “Levaram meu sapato lá [para a represa]. Eu nunca estive na represa de Nazaré. Juro pela vida da minha filha.” Mizael afirmou que foi torturado, assim como seus irmãos, e que policiais chegaram a apontar-lhe uma arma em um posto de gasolina obrigando que ele confessasse que tinha matado Mércia.

O réu disse que tinha um relacionamento normal com Mércia, e que tinha apenas brigas de casal comuns. Um jurado perguntou por que a família quer culpar Mizael. O réu recordou então que não foi ao casamento da irmã de Mércia, no qual seria padrinho, e que isso causou mágoa na família.

Testemunhas
As testemunhas de defesa e acusação falaram nos três primeiros dias de julgamento. Entre os ouvidos, estavam o delegado Antonio Assunção de Olim e o irmão da vítima, Márcio Nakashima. O delegado foi o responsável por investigar o caso pelo Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP). “Eu não tenho dúvida nenhuma de que o Mizael matou a Mércia”, disse Olim no júri.

Durante mais de cinco horas, o delegado falou sobre o percurso feito pelo réu no dia da morte de Mércia, com base no rastreador instalado no veículo. Segundo Olim, Mizael desconhecia o fato de seu veículo possuir um rastreador que foi instalado pela seguradora a pedido de Mércia. O delegado falou também sobre ligações telefônicas feitas por Mizael e que, segundo o registro das antenas de telefonia, mostram que o réu esteve em Nazaré Paulista.

Durante quatro horas, Márcio Nakashima alinhou os argumentos que sustentam sua desconfiança em relação a Mizael , que ele o descreveu como possessivo. “No início era um relacionamento normal. Depois ele se transformou, virou um sujeito possessivo”, afirmou.

Júri
Segundo o Tribunal de Justiça, o julgamento de Mizael foi o primeiro do país transmitido ao vivo. Pelo vídeo foi possível acompanhar não só os depoimentos como as brigas quase que diárias entre acusação e defesa, que já chegaram a chamar a outra parte de ‘mentirosa’.

O vigia Evandro Bezerra Silva, que também é réu do caso, acusado de ajudar Mizael, só será levado a julgamento no dia 29 de julho.

Fonte:

Carol Narizinho fará lançamento da PLAYBOY de março em balada paulista

Panicat Carol Narizinho, capa de março da PLAYBOY, faz festa de lançamento no Royal Club, em São Paulo

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Carol Narizinho vai fazer na festa. A panicat vai lançar a PLAYBOY de março na noite desta quinta-feira, 14, em festa no Royal Club, em São Paulo. A melhor parte é que a festa é aberta ao público, então você pode encontrar com a gata a qualquer momento na balada.

Além de Narizinho, outros integrantes do Pânico na Band também estarão por lá prestigiando o primeiro ensaio de nudez da amiga. O evento começa à meia noite e vai até 6h da manhã, com back to back dos DJs Milk e Tom, com muito hip hop. Na sequência, é a vez do DJ Alan Liao, com o melhor da house music

Para mais informações sobre a festa de Carol Narizinho no Royal Club, acesse o site oficial da balada.

 

Fonte: http://playboy.abril.com.br

Sósia e amigo de Chorão se despede do líder do Charlie Brown Jr.

Por ser amigo do cantor, jovem conseguiu se aproximar do caixão.
Rapaz foi um dos fãs que chegou de madrugada no velório do vocalista.

Sósia de Chorão foi um dos fãs que puderam chegar perto ao caixão do vocalista (Foto: Mariane Rossi/G1)Sósia de Chorão foi um dos fãs que puderam chegar perto ao caixão do vocalista (Foto: Mariane Rossi/G1)

Um jovem está chamando a atenção da imprensa no velório do cantor Chorão, que foi encontrado morto na madrugada da última quarta-feira (6). O rapaz é muito parecido com o líder da banda Charlie Brown Junior. Segundo o sósia, o próprio Chorão concordava com a semelhança.

Luis chegou a realizar o sonho de subir ao palco e cantar ao lado do ídolo. “Eu estava em um show que o skatista Mineirinho organizou. A gente estava acompanhando o show e eu pedi uma oportunidade para ele. Daí ele me puxou e minhas pernas travaram. A hora que eu comecei a cantar ele olhou para mim. Ele me passou uma força e falou que realmente eu mandei bem”, relembra Luis.

O jovem afirma que o cantor concordava com a semelhança entre eles. “O Chorão sempre me tratou muito bem. Eu sou muito fã dele. Agradeço todos os momentos que eu vivi com ele. E vou dizer aquela última palavra que ele falou para mim e que eu vou guardar no coração: ‘Pô Alemão, eu gosto de você porque você é parecido comigo’. Eu vou rezar muito pela alma dele, para ele descansar em paz”, diz.

Morte de Chorão (Foto: G1)

Morte
Chorão foi encontrado morto em seu apartamento na Rua Morás, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (6). Ele tinha 42 anos. Chorão foi encontrado desacordado pelo seu motorista, que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No local a unidade de resgate constatou que ele já estava morto.
Morte de Chorão (Foto: G1)

A Polícia Militar disse ter recebido um chamado às 5h18 para “verificação de morte natural em um apartamento”. Chorão morava no oitavo andar do edifício.

Segundo a assessoria do vocalista, o estado de saúde de Chorão era bom. O músico estava de férias e embarcaria para os Estados Unidos nos próximos dias.

O apartamento do cantor estava danificado. A polícia acredita que os danos foram feitos pelo próprio cantor, já que o corpo de Chorão foi encontrado com o dedo machucado e havia sangue no local. O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que não acredita que Chorão tenha sido vítima de homicídio.

Histórico
O cantor e letrista liderava a banda que foi formada e estabelecida na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, na década de 1990. Em 15 anos de carreira, a banda lançou dez discos, segundo o site oficial do grupo.

O grupo vendeu 5 milhões de cópias. Além de vocalista e letrista, Chorão era o responsável pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2004, o álbum “Tâmo aí na Atividade” foi premiado com o Grammy Latino. No ano passado, o grupo lançou o álbum “Música Popular Caiçara”, com destaque para a música “Céu Azul”.

Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que esteve em todas as formações da banda. O apelido é da adolescência. Quando ele ainda não sabia andar de skate, ficava apenas olhando os amigos. Um deles virou para Chorão e disse para ele “não chorar”.

Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou o Charlie Brown Jr.

Roteirista do filme “O Magnata”, já realizado, e do longa metragem “O Cobrador”, em andamento, como empresário administrou marcas de skate e viabilizou a realização de grandes eventos de skate no Brasil, além de manter o Chorão Skate Park em Santos.

Fonte: http://glo.bo/XUNrVi

Sorvete de cerveja chega aos bares na próxima semana

A cervejaria – que já lançou ovo de páscoa feito de cerveja – colocará a nova sobremesa em 39 bares de São Paulo e Rio de Janeiro

Naiara Infante Bertão
Sorvete de cerveja SkolIguaria temporária: preço do pote de 150 ml do sorvete de cerveja é R$ 5 (Divulgação)

Depois de lançar, em março do ano passado, o ovo de Páscoa feito de cerveja, a Skol, marca comandada pela Ambev, colocará à venda outra iguaria inédita: a partir da próxima semana, o sorvete de cerveja, feito de leite e da bebida alcóolica, estará disponível em pontos de venda específicos, afirmou a empresa ao site de VEJA.

A fabricação ficará sob responsabilidade dos sorvetes Rochinha. Já a comercialização será feita por tempo limitado e o produto estará disponível apenas de quinta a domingo em 39 bares na capital paulista e no Rio de Janeiro. O produto será vendido a partir de sexta-feira, dia 15, em locais com a presença de promotoras de vendas da Skol, que terão a função de garantir a comercialização da sobremesa exclusivamente para maiores de 18 anos.

O preço sugerido dos potes de 150 mililitros (a única versão a entrar no mercado) é de 5 reais. A Skol não planeja vender a sobremesa em outras praças e informou ainda que o produto será vendido apenas enquanto durarem os estoques – sem abrir espaço para novas encomendas.

No ano passado, também no período da Páscoa, a Skol lançou o “Redondinho” – apelido dado ao ovo de páscoa feito de chocolate trufado com cerveja, que era distribuído em forma de kit composto por seis ovos em miniatura embalados em um pequeno engradado de cerveja.

A agência Bullet, do grupo Talkability, é a responsável pela ação e pelos testes do produto até se chegar ao sabor final.

Fonte: http://veja.abril.com.br

Famosos e familiares velam corpo de Chorão em Santos

Velório do cantor da banda Charlie Brown Jr., a pedido da família, foi aberto ao público após duas horas.

Na noite desta quarta-feira, 6, famosos como Di Ferrero, da banda NX Zero, o ator Alexandre Frota e Champignon, baixista do Charlie Brown Jr., velaram o corpo de Chorão na Arena Santos, em Santos, São Paulo. Após duas horas, a família de Chorão liberou a presença do público na cerimônia. “Muito triste com a morte do grande parceiro”, escreveu Alexandre Frota em sua página no Twitter direto do velório.

Aos 42 anos, Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr., foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira, 6, em seu apartamento em Pinheiros, São Paulo. A equipe de perícia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local para investigar a causa da morte do cantor. O corpo foi encaminhado por volta das 8h desta manhã para o Instituto Médico Legal localizado no centro de São Paulo.

A família de Chorão  está indo de Santos para São Paulo. O cantor tem ainda um filho de 19 anos de seu primeiro casamento.

Cantor estava de férias e próximo show seria no fim de março
Alexandre Magno Abrão, conhecido como Chorão, estava há 15 à frente do Charlie Brown Jr. O grupo lançou em 2012 o disco “Música Popular Caiçara”, que marcou o retorno do baixista Champignon e do guitarrista Marcão, completando a formação ao lado do guitarrista Thiago Castanho e do baterista Bruno Graveto.

Di Ferrero no velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Di Ferrero no velório de Chorão em Santos, São Paulo
Alexandre Frota no velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Alexandre Frota
Alexandre Frota no velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Alexandre Frota no velório de Chorão em Santos, São Paulo
Champignon, baixista do Charlie Brown Jr., no velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Champignon, baixista do Charlie Brown Jr., no velório de Chorão
Champignon, baixista do Charlie Brown Jr., no velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Champignon
Velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Leo Franco/ Ag. News)Velório de Chorão em Santos, São Paulo
Velório de Chorão em Santos, São Paulo (Foto: Thiago Duran/ Ag. News)Velório de Chorão em Santos

Veja fotos do apartamento onde Chorão foi encontrado morto em SP

Apartamento estava bastante danificado, diz delegado.
Corpo de cantor passará por exames toxicológicos.

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Imagens obtidas pelo G1 mostram o estado que estava o apartamento do cantor Chorão, do Charlie Brown Jr, encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (6). Nas fotos é possível ver que o imóvel estava bastante danificado, além de uma grande quantidade de embalagens de bebidas alcóolicas encontradas.

Ao deixar o apartamento de Chorão, o delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que o imóvel estava muito danificado, num “processo de deterioração”. Itagiba acredita que os danos tenham sido feitos pelo próprio cantor, já que o corpo foi encontrado com um dedo machucado e havia marcas de sangue no local. “Não tem nada que estivesse no lugar. Ele estava machucado no dedo, arrancou parte de uma unha, o que pode explicar as marcas de sangue na parede”, disse o delegado

Polícia encontrou bebidas no apartamento (Foto: Divulgação)
Polícia encontrou garrafas no apartamento
(Foto: Reprodução/G1)

O delegado Itagiba Vieira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse nesta quarta-feira (6), que não acredita que o vocalista tenha sido vítima de um homicídio. “Aparentemente não foi homicídio. O IML é que vai dar a causa da morte. Aparentemente ou foi por uso de medicamento ou outra substância”, disse o delegado.

A apresentadora Sônia Abrão, prima do cantor, disse que ele reclamava da solidão. Sônia era prima de chorão por parte de pai. Eles se encontraram pela última vez há cerca de sete meses, no velório do pai da apresentadora. Chorão, que segundo ela passava por uma depressão profunda, reclamou da solidão.

“Na última conversa que tivemos ele disse: ‘o que me derruba é que a gente nasceu sozinho e morre sozinho’. E ele morreu sozinho”, disse Sônia. “Faz um tempo que ele estava num processo de depressão muito profunda mesmo. Com o fim do casamento, as coisas pioraram muito para ele”. Chorão terminou o seu segundo casamento, que durou 15 anos, há cerca de seis meses, segundo informações da TV Globo.

Marcas de sangue foram encontradas no imóvel (Foto: Divulgação)
Marcas de sangue foram encontradas no imóvel
(Foto: Reprodução/G1)

A apresentadora não acredita na hipótese de suicídio. Segundo Sônia, ele era muito ligado à família e cuidava da mãe, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). “Ele deve ter tido uma crise de desespero forte, de solidão, depressão, seja o que for. Acho que ele não teve noção de que estava numa situação limite”. Ainda segundo Sônia Abrão, o cantor não fazia terapia. “Ele dizia que a sua terapia era o palco”.

Morte de Chorão (Foto: G1)

Chorão, de 42 anos, foi encontrado morto por seu motorista e segurança nesta madrugada, em seu apartamento em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Chorão, que morava em Santos, usava o apartamento esporadicamente, geralmente após shows.

O corpo de Chorão deixou o prédio por volta das 8h30 em um carro da Perícia Técnico Científica. As causas da morte serão determinadas pela perícia. Latas de bebidas alcóolicas foram recolhidas no apartamento do cantor. Perguntado se foram encontrados vestígios de drogas no apartamento, Itagiba disse que não iria comentar o assunto por enquanto. O corpo passará por exames toxicológicos.

A assessoria de imprensa da banda informou ao G1 que Chorão estava de férias e embarcaria para os Estados Unidos nos próximos dias. Ainda segundo a assessoria, o estado de saúde dele era bom.

O cantor e letrista, que faria 43 anos em 9 de abril, liderava a banda fundada por ele na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, em 1992. Em 15 anos de carreira, o Charlie Brown Jr lançou nove álbuns de estúdio, dois discos ao vivo, duas coletâneas e seis DVDs. Ao todo, o grupo vendeu 5 milhões de cópias.

Além de vocalista, Chorão era responsável pelas letras do Charlie Brown Jr e pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2005, o trabalho “Tâmo aí na atividade” foi premiado com o Grammy Latino de melhor álbum de rock brasileiro, o que se repetiu em 2010 com “Camisa 10 joga bola até na chuva”.

No ano passado, o Charlie Brown Jr. lançou “Música Popular Caiçara”, álbum ao vivo que marcou o retorno dos integrantes Marcão e Champignon à banda. Eles haviam deixado o grupo em 2005. As apresentações aconteceram em Curitiba e Santos. A produção do trabalho foi feita por Liminha e os shows contam com a participação de Falcão (O Rappa), Zeca Baleiro e Marcelo Nova. Das 15 faixas do CD, a única gravada em estúdio é “Céu azul”.

Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que permaneceu no grupo em todas as suas fases. Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou a banda. Seu apelido foi dado ainda na adolescência, quando ele não sabia andar de skate e ficava apenas olhando os amigos. Um deles, então, pediu que o jovem não chorasse. Segundo a GloboNews, a infância e a adolescência de Chorão foram difíceis por conta da separação dos pais, que aconteceu quando ele tinha 11 anos. O músico largou a escola na sétima na série.

Fonte: http://glo.bo/ZbnXEm

Vocalista do Charlie Brown Jr é encontrado morto em SP

Chorão estava no apartamento onde morava, em Pinheiros.
Causa da morte ainda não foi divulgada.

O vocalista da banda, Chorão, misturou rimas nos intervalos das músicas (Foto: Leo Paiva/Divulgação)
Chorão durante apresentação da banda
(Arquivo: Leo Paiva/Divulgação)

O vocalista da banda Charlie Brown Jr, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, foi encontrado morto em seu apartamento na Rua Morás, em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (6). Ele tinha 42 anos.

Chorão foi encontrado desacordado pelo seu motorista, que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A unidade de resgate constatou que ele já estava morto. A Polícia Militar disse ter recebido um chamado às 5h18 para “verificação de morte natural em um apartamento”. Chorão morava no oitavo andar do edifício.

Por volta das 6h30, policiais civis e militares e peritos estavam no prédio do cantor. O delegado Luiz Romani, do 14º Distrito Policial, em Pinheiros, disse que ainda não é possível dizer a causa da morte do vocalista. A causa será determinada pela perícia. Romani disse apenas que Chorão estava sozinho em seu apartamento e que o caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O delegado não informou se havia marcas de tiros e vestígios de drogas no apartamento de Chorão.

O cantor e o letrista liderava a banda que foi formada e estabelecida na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, na década de 1990. Em 15 anos de carreira, a banda lançou dez discos, segundo o site oficial do grupo. O grupo vendeu 5 milhões de cópias. Além de vocalista e letrista, Chorão era o responsável pelo direcionamento artístico e executivo da banda. Em 2004, o álbum “Tâmo aí na Atividade” foi premiado com o Grammy Latino. No ano passado, o grupo lançou o álbum “Música Popular Caiçara”, com destaque para a música “Céu Azul”.

Cantor foi encontrado morto em seu apartamento, em Pinheiros (Foto: Letícia Macedo/G1)
Cantor foi encontrado morto em seu apartamento,
em Pinheiros (Foto: Letícia Macedo/G1)

Chorão foi o único integrante do Charlie Brown Jr que esteve em todas as formações da banda. O apelido é da adolescência. Quando ele ainda não sabia andar de skate, ficava apenas olhando os amigos. Um deles virou para Chorão e disse para ele “não chorar”. A alcunha pegou.

Paulistano, Chorão adotou a cidade de Santos desde a juventude, onde criou o Charlie Brown Jr.

Roteirista do filme “O Magnata”, já realizado, e do longa metragem “O Cobrador”, em andamento, como empresário administrou marcas de skate e viabilizou a realização de grandes eventos de skate no Brasil, além de manter o Chorão Skate Park em Santos.

O próximo show da banda estava marcado para o dia 22 de março, em Campo Grande, no Rio de Janeiro.

Fonte: http://glo.bo/XO8vwK

Casamento homossexual nos cartórios do Rio

Os gays cariocas não estão com a mesma sorte do que os paulistanos. Na última sexta-feira (01), foi aprovado pela lei o casamento homossexual nos cartórios sem a necessidade da autorização judicial. Agora não é preciso registrar a união estável para depois solicitar a conversão em casamento nem será necessário recorrer à Justiça. Basta ir direto a um dos 832 Cartórios de Registro Civil e solicitar a habilitação.

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Imagem  Facebook

Para entender a situação em São Paulo: até a edição da norma, os processos de casamento homossexual eram submetidos à apreciação do juiz que fiscaliza cada cartório. Se a resposta fosse positiva, o casamento era realizado. Caso contrário, o casal era obrigado a recorrer à Segunda Instância do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), que na maioria dos casos autorizava a união.
“Foi o maior avanço pelos direitos iguais que tivemos no país na última década”, diz Carlos Tufvesson, da Coordenadoria da Diversidade Sexual, pasta da prefeitura do Rio. Tufvesson e o arquiteto André Piva, juntos há 17 anos, se casaram em 2011, com uma grande festa no MAM-RJ (Museu de Arte Moderna), mas não conseguiram a habilitação — o pedido de conversão de sua união estável em casamento foi negado pelo juiz da 1ª Vara de Registro Público da capital, o que contrariou a decisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiram reconhecer união estável entre pessoas do mesmo sexo dia 25 de outubro de 2011.
“Entramos com uma ação no Supremo de descumprimento de sentença da plenária do STF, confiante na justiça do meu país. A lei tem que ser cumprida! A lei da união estável assegura o direito à conversão em casamento civil quando solicitada, tanto que vários casais do mesmo sexo já casaram em nosso país! No Rio, existe apenas uma Vara de Registros Públicos e ficou essa questão nada técnica tanto que alguns casais já tiveram essa decisão derrubada em segunda instância”, diz Tufvesson. No fórum central da cidade do Rio existe apenas uma única Vara de Registros Públicos, onde obrigatoriamente são encaminhados estes mesmos pedidos.
“É um avanço necessário, mas as pessoas têm que entender que casamento gay não é uma fusão de empresas e não é uma questão patrimonial. Não quero me casar para receber os bens do meu marido. O grande problema do sistema é não reconhecer que temos uma relação que é baseada no amor como entre qualquer casal que se ama. Não estou casado há dezessete anos por sexo!”, diz ele. “União estável é uma coisa, casamento é outra. A única maneira de ter igualdade de direito é com o casamento civil. Um exemplo: se eu for atropelado, o André não pode me ver no hospital porque não é família. A união estável não muda o seu estado civil”, explica Tufvesson.
O Deputado Federal Jean Wyllys, primeiro parlamentar assumidamente gay do congresso e um dos maiores militantes da luta pelo casamento civil igualitário em todo o país, diz: “Esse é um momento muito importante, não só para os homossexuais de São Paulo, mas para toda a sociedade brasileira. Muita gente ainda não tem conhecimento, mas o casamento civil igualitário já é uma realidade em Alagoas, Bahia, DF, Espírito Santo, Piauí. Com São Paulo comprando essa briga, ganhamos um apoio importante para igualdade continuar avançando no restante do país e garantir a mudança na legislação para que nenhum casal gay ou lésbico passe por diversos tipos de discriminação legal e social”.

Fonte: http://www.facebook.com

De:  Jose Ricardo P Silva