Apreensão de drogas e dois presos em operação nesta manhã

Dois jovens presos por participação no tráfico

 2 presos com drogas

Em patrulhamento de rotina, Policiais Militares do Grupamento de Ações Táticas (GAT I), Sargento Junior e Soldados Freitas, Guimarães e Vieira, prenderam em flagrante na manhã desta terça-feira (26) na comunidade do Oriente, dois suspeitos por participação no tráfico de drogas. Com Juliano dos Santos Rosa e Carlos Vinícius Elias Teixeira , ambos de 18 anos, foram encontrados 45 papelotes de cocaína, 25 pedras de crack e R$98 em espécie (foto ao lado).

A ocorrência está sendo registrada na 134ª DP.

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Criança de 6 anos é encontrada morta dentro de mala em Barra do Piraí, RJ

Suspeita de cometer o crime é a manicure da mãe da vítima.
Polícia não deu detalhes sobre a motivação do crime.

João Felipe Eiras (Foto: Reprodução / Facebook)
João Felipe Eiras (Foto: Reprodução / Facebook)

Uma criança de seis anos foi encontrada morta dentro de uma mala após desaparecer na tarde desta segunda-feira (25), em Barra do Piraí, na Região Sul Fluminense.

João Felipe Eiras Santana Bichara sumiu após ser buscado na escola onde estudava, o Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira, por um casal que disse que levaria o menino para fazer exames.

A suspeita de cometer o crime é a manicure da mãe de João Felipe, Suzana de Oliveira. O corpo do menino foi encontrado na casa dela. A polícia não deu detalhes sobre a motivação do crime e nem de como a criança foi morta. O caso foi registrado na 88ª DP (Barra do Piraí).

A família da criança, que é dona de uma imobiliária na região, usou a página do Facebook para pedir informações sobre João Felipe enquanto ele estava desaparecido. Após a morte ser confirmada, uma foto ilustrando o luto dos parentes foi colocada na página.

Fonte: http://glo.bo/11FbTPk

Polícia do RS fecha laboratório que fabricava nova droga para raves

Produto ilegal, chamado de ‘Sucesso’, é distribuído em festas rave.
Segundo a polícia, ela é considerada um subproduto do lança-perfume.

Botijões de gás e frascos da droga foram apreendidos no laboratório (Foto: Divulgação/Polícia Civil)Botijões de gás e frascos da droga foram apreendidos no laboratório (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Agentes do Departamento Estadual do Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil, fecharam um laboratório de drogas sintéticas neste domingo (24) em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. No local, os policiais descobriram a produção de uma nova droga, chamada de “Sucesso” e considerada um subproduto do lança-perfume. De acordo com a polícia, a droga causa dependência química, danos cerebrais e pulmonares.

Segundo o delegado Rodrigo Zucco, que coordenou a operação, a mercadoria seria vendida em uma festa rave marcada para o dia 30 de março. Um suspeito de 28 anos foi preso com cerca de R$ 2,5 mil em dinheiro. Ele foi encaminhado ao Presídio Central.

No laboratório, a polícia apreendeu quatro botijões de gás e mais de 100 frascos que armazenavam o produto. Para produzir o “Sucesso”, traficantes utilizavam essências de hortelã, maracujá, morango e baunilha. A substância ainda não consta como droga na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas a inclusão já foi solicitada pela Polícia Civil gaúcha.

Fonte: http://glo.bo/ZlOXR6

PM faz apreensão na Oriente

Na manhã deste domingo, policiais militares do Grupamento de Ações Táticas (GAT I), Sargentos Vanderson e Santos, e Cabos De Freitas e Nascimento, apreenderam drogas no telhado de uma casa, na comunidade do Oriente, no Parque Leopoldina, em Campos.

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Os militares chegaram rapidamente a comunidade e flagraram dois homens no telhado da casa, onde seria um dos depósitos de traficantes. Os homens correram e deixaram para trás uma sacola contendo 74 buchas de maconha, seis tabletes da mesma droga, quatro pedras de crack, dois rádios de comunicação e duas balanças de precisão.

As drogas foram encaminhadas para apreensão na 134ª Delegacia Legal do Centro.

 

Batalhão de Choque da PM entra no antigo Museu do Índio no Rio

PMs usaram spray de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo.
Por volta das 13h, os pertences dos índios foram retirados do antigo museu.

Batalhão de choque entrou na área do museu no final da manhã (Foto: Reprodução/TVGlobo)Batalhão de Choque entrau na área do museu no final da manhã (Foto: Reprodução/TVGlobo)
Integrante do Femen é detida pela PM por protestar com os seios de fora em ato contra desocupação do antigo Museu do Índio (Foto: CHRISTOPHE SIMON/ AFP PHOTO)
Integrante do Femen é detida pela PM
(Foto: Christophe Simon/ AFP Photo)
Manifestante é ferido do bala de borracha durante desocupação do Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)
Manifestante passa mal ( Reprodução / TV Globo)
Fotógrafo do jornal O Globo, Pablo Jacob foi ferido por uma bomba de gás lacrimogêneo durante desocupação do Museu do Índio. (Foto: Isabela Marinho / G1)
Fotógrafo Pablo Jacob foi ferido por uma bomba de
gás lacrimogêneo (Foto: Isabela Marinho / G1)
Mapa Rio de Janeiro - Museu do Índio no Maracanã atualizado. (Foto: Editoria de Arte / G1)

Policiais do Batalhão de Choque entraram no antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, e os indígenas começaram a desocupar o prédio por volta das 11h45 desta sexta-feira (22). O clima ficou tenso, houve confronto, e os PMs utilizaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Os policiais dispararam tiros de bala de borracha. Manifestantes revoltados, muitos com os rostos pintados, ocuparam as vias no entorno e bloquearam a Radial Oeste nos dois sentidos. Um dos manifestantes passou mal e foi socorrido pelo Samu.

Após a retomada do museu, PMs do 4º BPM (São Cristóvão) vão patrulhar o local até o começo das obras do Museu Olímpico.

A invasão aconteceu após término da negociação, que começou às 3h com a chegada do Choque. Pouco antes das 11h, a PM começou a desfazer o cerco, dando indício de que havia um acordo, mas o clima de tranquilidade durou pouco: às 11h30, um grupo ateou fogo em uma oca erguida no terreno e começou a fazer uma dança. Bombeiros foram acionados para apagar as chamas.

Pouco depois, o Choque se posicionou e invadiu o local. Segundo o coronel Frederico Caldas, a decisão de entrar no antigo museu ocorreu por causa do incêndio na oca. “A Polícia Militar agiu na legalidade para uma saída negociada até que eles resolveram por fogo, que já estava se alastrando pelas árvores”, afirmou o oficial. Segundo o coronel, na operação havia 200 policiais do Bope. Ainda de acordo com Caldas, não foram índios que atearam fogo na oca, mas militantes.

Por volta das 12h20, as ruas ao redor do antigo Museu do Índio pareciam uma praça de guerra. Manifestantes com pedras, paus e faixas tentavam fechar algumas das vias.

A todo momento era possível ouvir disparos feitos por policiais do Batalhão de Choque. Manifestantes foram detidos.

A ação foi acompanhada pelo deputado Marcelo Freixo, que criticou a atuação da PM. “De repente você tem tiro para cima, spray de pimenta nos parlamentares, no promotor, no defensor público. Não é possível dizer que é necessário. Mesmo que alguns resistissem era possível que eles fossem retirados sem violência”, declarou Freixo. “Nós vamos agir contra esse procedimento da polícia”, afirmou.

O defensor público federal Daniel Macedo, que representa os índios, criticou a entrada da PM no antigo museu. Para Macedo, os policiais do Batalhão de Choque agiram de maneira truculenta. “Foi uma arbitrariedade. Não precisava disso, eles [os índios] já estavam prestes a sair. Apenas um pequeno grupo permanecia no prédio. Eles me pediram 10 minutos para fazer uma dança de despedida, quando os PMs entraram. Vou analisar imagens e talvez entre com uma representação pedindo a responsabilidade da polícia.”

O major da PM Ivan Blaz afirmou que se houve truculência durante a desocupação do antigo Museu do Índio, será averiguado. “Ainda estamos em ação. Tudo vai ser verificado e apurado no seu momento. Por enquanto ainda estamos em operação. Peço a compreensão de todos para que a gente possa liberar a via para que milhões de pessoas possam voltar às suas rotinas”, declarou.

Detidos e feridos
Entre os manifestantes havia estudantes, integrantes de grupos sociais e até ativistas do Femen. Uma delas, de seios de fora, foi detida pouco antes da invasão. Revoltada, ela gritava “assassinos”.

Índios colocam fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)Índios colocaram fogo em oca que fica no terreno do antigo Museu do Índio. (Foto: Reprodução / TV Globo)

Mais cedo, o advogado Arão da Providência, que diz ser irmão de um dos índios que vivem no prédio, pulou o muro para falar com os indígenas. Ele foi repreendido por policiais militares do Batalhão de Choque, contido com uso de força e levado para o camburão. A manifestante Mônica Bello também foi detida após discutir com os PMs.

O fotógrafo do jornal “O Globo” Pablo Jacob foi atingido na perna por granada de efeito moral.

Entenda o caso
A polêmica sobre o destino do espaço começou em outubro de 2012, quando o governo do estado anunciou mudanças no entorno do Maracanã, para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016.

Pelo projeto da Casa Civil, o Maracanã seria transferido para a iniciativa privada, que deveria construir um estacionamento, um centro comercial e áreas para saída do público. Para isso, alguns prédios ao redor do estádio deveriam ser demolidos, entre eles o casarão do antigo Museu do Índio, que funcionou no local de 1910 até 1978.

O edifício com área de cerca de 1.600 m² está desativado há 34 anos. O grupo de indígenas que ocupa o prédio – e deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã – está no local desde 2006.

Esse ano, no entanto, a 8ª Vara Federal Cível do Rio de Janeiro concedeu imissão de posse em favor do governo estadual. Os índios foram notificados em 15 de março.

Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)Os pertences dos índios que ocupavam o antigo museu, no Maracanã, foram retirados por volta de 13h10. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

Foragido da Cadeia Pública é capturado no HGG

Preso nesta quinta-feira havia sido beneficiado com ‘Indulto de Natal’, em 2012

Foragido preso

Policiais militares do Grupamento de Ações Táticas  GAT II, Sargento Josué, e Cabos Genivaldo, Nobre e Viveiros prenderam o presidiário Ralph da Silva Barreto, de 26 anos, que estava foragido.

Na tarde desta quinta-feira, os PMs faziam patrulhamento na Avenida José Carlos Pereira Pinto, quando se depararam com Ralph, que se mostrou assustado e correu para o interior do Hospital Geral de Guarus. Ele foi alcançado e recebeu voz de prisão..

Ralph havia sido preso durante a Operação Petisto, em 2008, na comunidade Tira-Gosto. Beneficiado com uma decisão judicial para passar o Natal de 2012 fora da cadeia tinha recebido o Induto de Natal , ele não retornou.

Estuprador: motoboy preso em Campos é reconhecido por 3 mulheres

Vítimas reconheceram Uelliton na delegacia de Guarus na tarde desta quinta-feira

Estrupador

Acusado de três estupros, foi preso na tarde desta quinta-feira(21/03),  Uelliton Carlos de Souza, de 28 anos, conhecido como ‘Galo Cego’. Ele recebeu voz de prisão em frente a sua casa, em Travessão de Campos.
Segundo a Polícia, Uelliton trabalha como motoboy em uma lanchonete em Guarus e é dono da moto Honda placa KNR 8862, usada por ele para levar as vítimas para serem estupradas.

Uma das vítimas, uma mulher de 35 anos, foi atacada pelo acusado na manhã desta quinta-feira, na Estrada de Brejo Grande , a cerca de 500 metros do aeroporto de Campos. Após pedir informações, ele a obrigou a entrar num matagal, onde ocorreu o estupro.
A mulher foi levada por um casal para o Hospital Ferreira Machado, e depois de medicada foi a 146ª DL/Guarus, onde reconheceu o acusado na tarde de hoje. Ela estava acompanhada do seu marido. No pátio da 146ª DL/Guarus, ele se mostrou revoltado. “É por isso que muita desgraça acontece. Um indivíduo como esse deveria pegar 50 anos de prisão”, disse o marido na vítima.

Mais duas vítimas reconheceram o motoboy como autor de estupros. Um delas é estudante do IFF e estava com uma amiga num ponto de ônibus, quando foi rendida e levada pelo acusado para um matagal na Avenida Carmem Carneiro, atrás de um motel, em Guarus. “Ele apontou uma arma e me obrigou a acompanhá-lo até o matagal”, disse a vítima.
A Polícia investiga outros casos de estupro na área de Guarus, que podem ter sido cometidos por Uelliton.

Bandidos assaltam farmácia e invadem banco Itaú no Centro de Campos

Centro de Campos tumultuado nesta manhã. Um dos bandidos foi preso. Dois comparsas conseguiram fugir

Itaú-assalto

O Centro de Campos amanheceu tumultuado nesta quarta-feira(20/03), com várias ruas cercadas pela Polícia Militar. O cerco ocorreu em razão de, na madrugada, por volta de 1h30, a Drogaria TopFarma, na Rua Santos Dumont, ter sido invadida por três bandidos, que levaram cerca de R$ 400,00 em dinheiro.

Devido ao acionamento do sistema de alarmes da drogaria, os bandidos fugiram e invadiram, poucos metros à frente, a agência do banco Itaú, na mesma rua, atrás do Campos Shopping. O sistema de alarme também foi acionado por volta das 4h da manhã, e a Polícia Militar foi acionada após bandidos serem flagrados pelas câmeras de monitoramento.

Na ação um homem identificado como Cristiano Costa Carvalho, conhecido como “Mutante”, 27 anos, foi preso num prédio em obras localizado próximo a agência. Ele é morador da Comunidade Madureira, em Guarus e tem passagem pela polícia por assalto. Cristiano também é suspeito de ter participado do assalto a loja Chartres na semana passada.

Dois comparsas de Cristiano conseguiram fugir. Todas as ruas de acesso ao banco ficaram fechadas até às 9h30. Segundo ainda a Polícia, apesar da agência bancária ter sido invadida, nada foi roubado. Depois de uma revista na agência bancária, ferramentas(foto abaixo), usadas pelos bandidos foram encontradas no telhado.

Laudo aponta que os seis dedos de silicone eram de médicos do Samu

Documento revela dois novos nomes envolvidos no caso.
Polícia de Ferraz está ouvindo funcionários do Samu.

dedosO laudo concluído pela perícia da Polícia Civil de Ferraz de Vasconcelos, identificou as digitais dos seis dedos de silicone que estavam com a médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Thauane Nunes Ferreira no dia em que foi flagrada passando as próteses no ponto eletrônico. O documento, divulgado nesta terça-feira (19), aponta os nomes dos médicos Caio José Losito Mantovani, Ronnie Munis de Oliveira, Rodrigo Gil de Castro Jorge, Felipe de Moraes, Aline Monteiro Cury, além da própria Thauane. Os peritos cruzaram as digitais dos dedos falsos com os dados que estavam cadastrados no ponto eletrônico.

Os nomes de Caio e Ronnie até então não haviam sido relacionados ao caso. Os de Aline, Rodrigo e Felipe foram descobertos no próprio flagrante com os comprovantes dos nomes que saíram da máquina de ponto quando Thauane foi flagrada supostamente comentendo a fraude. Até o momento, somente a médica Thauane foi indiciada por falsificação de documento.

O resultado da perícia foi entregue no fim da tarde de segunda-feira (18) ao delegado Wagner Lombisani, que está conduzindo as investigações. Na fase atual, funcionários do Samu, entre enfermeiros e motoristas, deverão ser ouvidos.  “O mais importante é identificar os dias que foram trabalhados e os que não foram trabalhados pelos médicos. A partir daí, cruzaremos estas informações com os registros do ponto eletrônico”, explica Lombisani.

Laudo da perícia lista os nomes dos médicos donos das digitais dos dedos de silicone (Foto: Pedro Carlos Leite)Laudo da perícia lista os nomes dos médicos donos das digitais dos dedos de silicone (Foto: Pedro Carlos Leite)

O delegado afirma que é preciso “fechar o cerco” e provar que os dedos eram usados para que os médicos recebessem sem ter trabalhado no plantão. “O médico pode alegar que o dedo de silicone foi uma brincadeira. Precisamos provar que foi usado para obter uma vantagem ilícita”. Nenhum dos médicos ainda foi indiciado. O delegado acredita que o crime seria de peculato.

Os dedos de silicone estavam guardados em pequenos potes de plástico identificados com as iniciais de cada médico. O dedo falso de Thauane estava com o pote marcado com um “T”, enquanto que o de Aline levava um “A”, Felipe “F”, Caio “C”, Ronnie “R” e Rodrigo Gil “G”.

Produção dos dedos
Em vídeo gravado pelo secretário municipal de Segurança, no dia em que foi flagrada, Thaune afirma que o médico Felipe de Moraes providenciou os dedos falsos. Contudo, as investigações até agora apontam para outro caminho. “Nós não temos certeza. Pessoas disseram que não foi o Felipe. Poderia ser uma pessoas que não trabalha mais lá. As investigações prosseguem”, afirma Lombisani.

Detalhe do laudo da Polícia Civil que mostra os dedos de silicone com os comprovantes do ponto eletrônico que revelam os nomes dos donos das digitais (Foto: Pedro Carlos Leite)Detalhe do laudo da Polícia Civil que mostra os dedos de silicone com os comprovantes do ponto eletrônico e os os nomes dos donos das digitais (Foto: Pedro Carlos Leite)

O delegado  explica que no dia do flagrante, Thauane passava três dedos falsos no ponto, além de seu próprio dedo. “Neste dia, Thauane era a única que ia realmente trabalhar. Ela estava passando também o dedo falso da Aline, que deveria ser sua companheira de plantão. Os dedos do Rodrigo e do Felipe também foram passados porque eles deveriam estar fechando o turno da noite”, explica o delegado Lombisani. No momento em que foi flagrada, Thauane tinha apenas três dedos em sua posse. Os outros três a médica foi buscar em sua casa.

Afastamento
O secretário de Saúde, Juracy Ferrira da Silva afirma que precisa aguardar a prefeitura ser acionada oficialmente. “Este laudo da perícia ainda não chegou até nós. Quando isso acontecer afastaremos os médicos Ronnie e Caio e abriremos sindicância para apurar o envolvimento deles, assim como fizemos com os outros”, afirmou. Thauane, Aline, Felipe, Rodrigo e Jorge Cury, coordenador do Samu e, segundo Thauane, mentor do esquema, foram afastados de suas atividades e estão sendo investigados pela administração municipal.

Outro lado
A reportagem do G1 tentou entrar em contato com os médicos Rodrigo Gil de Castro Jorge, Felipe de Moraes, Aline Cury e Thauane Nunes Ferreira, mas não conseguiu. Caio José Losito Mantovani e Ronnie Munis de Oliveira também não foram localizados.

Jorge Cury se manifestou apenas em 10 de março, quando o caso foi descoberto, e afirmou: “Sou funcionário da prefeitura há 25 anos. Eu nunca soube disso. Passo no Samu todo domingo e nunca faltava funcionário. Hoje que não fui aconteceu isso.”

Em nota à produção do Fantástico, enviada no domingo (17), o advogado de Felipe de Moraes disse que o médico “não participou de nenhum esquema de fraude e que nunca recebeu dinheiro sem que tivesse trabalhado nos plantões”.

Entenda o caso
Em 10 de março, a Guarda Municipal gravou imagens do momento em que a médica Thauane fraudava o sistema. Com a médica, foram apreendidos seis dedos de silicone e comprovantes impressos pelo equipamento que controla o horário dos funcionários. Ela chegou a ser detida por falsificação de documento público, mas foi solta porque a Justiça concedeu um habeas corpus. Em depoimento ao Ministério Público, Thauane contou como era o esquema e apontou que ele seria chefiado pelo então coordenador do Samu, Jorge Cury.

O secretário municipal de Segurança, Carlos César Alves, disse que os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tinham que repassar o valor ganho pelos plantões não trabalhados ao coordenador da unidade, Jorge Cury.  A vantagem dos profissionais seria a flexibilização da agenda para poder trabalhar em outros locais. “Cada médico que participava do esquema pagava R$ 1,2 mil por turno de 24 horas aos fins de semana para o Jorge Cury”. Alves ainda afirmou que o pagamento era feito por transferência bancária.

 

Fonte: http://glo.bo/10f2taa

homem com arma e munições

A prisão ocorreu nesta terça-feira no Parque Santa Rosa

 

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Um homem foi preso com um revólver calibre 38, com cinco munições do mesmo calibre, e 15 munições calibre 9 milímetros. A prisão ocorreu na tarde desta terça-feira(19/03), na Rua A, no Parque Santa Rosa, em Guarus, quando o acusado correu ao avistar uma viatura da Polícia Militar.

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Cristiano dos Santos Gomes, de 28 anos, foi levado para a 146ª Delegacia Legal de Guarus. Ele já foi preso por acusação de homicídio e há suspeita de que estaria tentando vingar a morte de sua irmã.